quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

GRANDE NISE!!!

 
NISE CHOCOU: RECUSOU-SE A DAR CHOQUE
Hoje é dia lembrar o nascimento da psiquiatra alagoana. Em vez de quilos de remédios e eletrochoques, ela preferiu dar tint...a, pincel e barro aos pacientes. Fundou o Museu de Imagens do Inconsciente
Enciclopédia Nordeste: Biografia de Nise da Silveira - http://migre.me/dg0gA

*** postado no FB pela profa Eunice Madeira

Documentário Acessibilidade Urbana com Laura Marques

https://www.youtube.com/watch?v=MIRDjrubGHs

Com Laura Marques - esta mulher é um GRANDE exemplo !!!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Dia do Idoso – os melhores conselhos das séries

Por: em 1 de outubro de 2014  

FONTE: http://www.apaixonadosporseries.com.br/series/dia-do-idoso-os-melhores-conselhos-das-series/

Quem nunca parou para escutar o conselho de algum senhor ou senhora que atire a primeira pedra. Com os cabelos brancos e com as rugas, também vem a sabedoria. Seja para um conselho amoroso ou um “acorda pra vida”, os idosos falam a verdade nua a crua, sem papas na língua, doa a quem doer.
Nas nossas séries temos personagens que são sabedoria pura. E no Dia do Idoso não poderíamos deixar de homenageá-los com uma seleção de conselhos dos nossos velhinhos (nem tão velhinhos assim) preferidos.

Dona Picucha – Doce de Mãe
Dona Picucha - Doce de Mãe

“Na minha época que era complicado. A gente tinha que aturar tudo, casamento feliz ou infeliz, tinha que ir até o fim. Mas a sua geração não ensinou que a gente tem que ir atrás da felicidade a qualquer preço? Então, olha pra mim, eu tenho um encontro hoje.”

Grams – Dawson´s Creek
Grams - Dawson´s Creek

“Se Jack é gay, ele não precisa do seu julgamento, meu jovem. O Senhor que está acima de nós será quem o julgará, assim como fará com todos nós. O que Jack precisa de você, de mim e de todos os seu redor neste mundo é amor e tolerância.”

Dona Nenê – A Grande Família

Dona Nenê - A Grande Família
“Mãe é fácil, é igualzinha a qualquer mãe, que fica preocupada em como vai cuidar dos filhos, dos netos. Pensando: mimo ou não mimo? Eu já to careca de tanto arrancar os cabelos. Mas a Nenê mulher se reinventou, ela aprendeu que tudo na vida muda, o tempo todo.”

Nora Walker – Brothers & Sisters

Nora Wlaker - Brothers & Sisters
“É muito bom tomar uma decisão pra mim, sem levar ninguém em consideração. Eu estou fazendo isso por mim. E sinceramente, já estava mais do que na hora.”

Emily Gilmore – Gilmore Girls
Emily Gilmore - Gilmore Girls

“É assim que se educa os filhos. Ela se espelha em você, e quando um filho se espelha no pai e tem uma decisão difícil para tomar, você tem que dizer o que ela deve fazer”

Sophia Petrillo – Golden Girls

Sophia Petrillo - Golden Girls
“As pessoas perdem muito tempo pensando se o copo está meio cheio ou meio vazio. Eu bebo que estiver dentro do copo.”

Violet Crawley – Downton Abbey

Violet Crawley - Downton Abbey
“Quando acontecem tragédias, tentamos achar alguém pra culpar. Na ausência de um candidato melhor, culpamos a nós mesmos. Você não é culpado. Ninguém é culpado.”

Abe Simpson – Os Simpsons

Abe Simpson - Os Simpsons
“Eu achava que estava muito velho. Achava que meu tempo tinha passado. Achava que nunca mais ia ouvir gritos de dor ou ver o olhar de um jovem aterrorizado. Mas ainda bem que existem as crianças.”

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Anão grava documentário com câmera escondida para mostrar o preconceito que sofre diariamente

                                            
 

Tudo o que é diferente chama a atenção, mas quando se trata de pessoas, é preciso saber o limite da curiosidade. O norte-americano Jonathan Novick tem 22 anos e possui um tipo de nanismo, o que faz com que ele seja muito menor do que qualquer outra pessoa. Sim, ele é um anão. E embora chame a atenção das pessoas no dia a dia, passa por situações que não são nada agradáveis.
Para mostrar como é a vida de um anão, Jonathan Novick, que atualmente mora em Nova York, usou uma pequena câmera acoplada ao corpo, que o permitiu gravar momentos de seu dia e como as pessoas o tratam. No vídeo, é possível ver diversas pessoas o xingando, dando risadas e até mesmo tirando fotos, como se ele fosse algum tipo de aberração.
Além de ter a chance de ver o mundo como alguém que tem nanismo, o vídeo traz palavras tocantes de Novick. “A próxima vez que você encontrar alguém diferente de você, pense sobre como é seu dia a dia. Pense sobre todos os eventos que o levaram até lá e pense sobre seu dia – e sobre qual parte de seu dia você gostaria de estar”.


documentario-anao
documentario-anao2
documentario-anao3
 
documentario-anao5
documentario-anao6
documentario-anao7
documentario-anao8


Coment�rios
0

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Eternamente jovens !!!!!

Muito bom.

https://www.facebook.com/photo.php?v=10202092778911453&set=vb.1546877357&type=2&theater

Hogewyk: um lugar projetado para pessoas com demência


Hogewyk- A vila para pessoas com demência - 4
Infelizmente ainda não existe uma maneira perfeita para cuidar de quem sofre de demência e Alzheimer. Na Holanda, no entanto, Yvonne van Amerongen, e mais um pequeno grupo de cuidadores começaram a estudar um tipo de lar no qual os moradores poderiam participar da própria vida. Somente em 2009 nasceu “Hogewyk” ou “Vila da Demência”, projetada pelos arquitetos holandeses da Molenaar&Bol&ValDillen.
Localizada na pequena cidade de Weesp (Holanda), Hogeweyk, é semelhante a um condomínio fechado, mas por dentro é um mundo independente, com restaurantes, supermercados, praças para pedestres e muito mais. O mais curioso são os atendentes. A enfermeira rapidamente vira cabeleireira, a assistente social passa a ser dona de banca, e um médico psiquiatra é garçom com naturalidade. “Aqui os doentes têm uma vida normal dentro do mundo criado pela mente deles. E nós procuramos respeitar a individualidade de cada um. Todos, ao seu modo, são felizes”, conta a diretora da clínica, espécie de prefeita da minicidade.
Hogewyk- A vila para pessoas com demência - 1
Os idealizadores de Hogeweyk, explicam que a ideia era criar um mundo que tivesse a maior semelhança possível com a vida normal dos pacientes e que, acima de tudo, fosse seguro. São 23 casas em toda a vila, divididas por 140 internos e 30 profissionais. Cada apartamento hospeda entre seis e oito pessoas, incluindo cuidadores. Os pacientes têm uma rotina semelhante a de qualquer outra pessoa.
Hogewyk- A vila para pessoas com demência - 2
É natural que uma pessoa com a doença queira sair andando sem rumo, normalmente sem aviso, o que transforma a maioria dos centros de cuidados para pacientes com demência em lugares com regras rigorosas, feitas para trancar os pacientes. Em Hogeweyk, a segurança é a própria vila, os pacientes podem andar ao redor dela sem qualquer risco.
Pessoas com demência sofrem com espaços, cores e até decorações que não sejam familiares. Em Hogeweyk, os apartamentos foram projetados com referências culturais conhecidas pelos próprios pacientes, classificadas em seis “gêneros”: classe alta, caseiro, cristão, artesão, da Indonésia, e cultural. Cada apartamento é diferente, feito para se adaptar a qualquer estilo de vida. “Viva no estilo de vida que você tinha antes”, explica Hogeweyk.
Hogewyk- A vila para pessoas com demência - 3
Crédito/fonte da foto: Gizmodo
Fonte do post: Gizmodo

sexta-feira, 13 de junho de 2014

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Buscando soluções !




Vejam que legal esse exemplo de como a criatividade e a força de vontade pode mudar a vida das pessoas.
A Debby Elnatan criou uma espécie de cinto para ...ajudar sua filha com paralisia cerebral a caminhar. Ela prende a criança às suas pernas através do cinto e dá a ela essa sensação tão especial.
Confiram: http://bit.ly/1dYvEbl

(fonte: facebook Lysio Sellos)

domingo, 1 de junho de 2014

Incrível !

https://www.facebook.com/photo.php?v=672316489484888&set=vb.323825217667352&type=2&theater

Superação    Superação     Superação !

terça-feira, 13 de maio de 2014

Educação - sem barreiras


Caros,

Estou escrevendo pessoalmente para compartilhar com você a nova edição, 2014, da Curva de Aprendizagem, publicada hoje pela Pearson.

Este relatório, elaborado e compilado pela Pearson por meio da “Economist Intelligence Unit”, é projetado para ajudar formuladores de políticas, educadores, acadêmicos e outros especialistas a identificar os principais fatores que determinam as melhorias dos resultados na educação.

O cerne do nosso negócio na Pearson é fazer com que todos os tipos de aprendizagem sejam mais acessíveis e mais eficazes, para mais pessoas.

Educação, como algumas pessoas dizem, continua sendo uma "caixa preta" e nós sabemos o que entra e o que sai, mas o que acontece dentro dos sistemas de ensino? O que realmente ajuda a melhorar os resultados dos alunos? Quais são os tamanhos das turmas e os gastos ligados a melhor alfabetização, ensino de matemática e habilidades em resolução de problemas? Estas são as questões cruciais enfrentadas por todos nós, que desempenhamos um papel determinando a oferta de educação.

O estudo A Curva de Aprendizagem reúne o maior conjunto de dados internacionalmente comparáveis ​​sobre resultados educacionais em 50 países. Junto com a EIU, reunimos mais de 2.500 pontos de dados individuais em um novo e acessível banco de dados, o thelearningcurve.pearson.com. Também complementamos o relatório pedindo à alguns pensadores e organizações para definir os critérios para habilidades de sucesso. Como este relatório aponta, metade do crescimento econômico nos países desenvolvidos nos últimos dez anos pode ser atribuída a uma melhor qualificação.

O estudo tem algumas constatações interessantes:
  • Brasil subiu uma posição em relação ao primeiro ranking, divulgado em de 2012, e está em 38º lugar no relatório 2014. Mesmo com a escalada de uma posição no ranking, o País está entre os que registraram queda no índice de desempenho escolar e habilidades cognitivas, ao lado de Argentina e México, que também estão no grupo das seis nações com a maior variação negativa em relação à média global (Tailândia, Colômbia, Argentina, Brasil, México e Indonésia). Mas considerando que que apenas a Organização das Nações Unidas (ONU) reúne 193 países-membros, a presença do Brasil entre as 40 nações com dados educacionais comparáveis para compor o índice já é considerada um avanço.
  • Coreia do Sul, o Japão, Cingapura e Hong Kong ocupam os primeiros lugares no ranking geral da educaçãodevido a uma “cultura de responsabilidade” na qual professores, alunos e pais se responsabilizam pela educação, sendo que a sociedade valoriza os professores e as escolas muito mais do que em outras partes do mundo.
  • Finlândia caiu do primeiro para o 5º lugar, principalmente devido a uma diminuição registrada dos conhecimentos em Matemática e Ciência.
  • Reino Unido se mantém firme na 6ª posição devido à melhor pontuação de seus testes PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) e PIRLS (Progresso no Estudo Internacional de Alfabetização e Leitura) e um aumento do índice de formação universitária. O Canadá e a Holanda estão também entre as dez principais.
  • Muitas economias emergentes têm aumentado suas verbas para educação – porém isto ainda não melhorou os resultados. Três das maiores economias emergentes, o Brasil, o México e a Indonésia, estão classificadas nos últimos lugares do índice.

A Curva de Aprendizagem é parte do compromisso mais amplo da Pearson com a eficácia (efficacy.pearson.com), conforme conversamos no evento. Oferece um banco de dados acessíveis ​​que pode ser usado como um conhecimento para a construção de abordagens educativas que ajudem a melhorar a vida das pessoas.


Laércio Dona
Diretor de Negócios
Ensino Superior e Idiomas
PEARSON BRASIL

segunda-feira, 7 de abril de 2014

By Dalai Lama

Achei bonito.
Será que estamos preparados ?


"A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar
do tempo. Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase, e
ela sempre me soou estranha. Chegou a hora de reprimir de vez o
impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa,
protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha
hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para
controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da
frase, hoje absolutamente clara.
Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada me acuse de desamor, explico o que
significa isso.
Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de
mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos,
como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos,
confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas
escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros
também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão
umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os
dois lados, mãe e filho.
Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse
vínculo não pára de se transformar ao longo da vida. Até o dia em
que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e
recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos
lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no
fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o
conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe - solidários - criam filhos para serem livres. Esse é o
maior desafio e a principal missão.
Ao aprendermos a ser “desnecessários”, nos transformamos em porto
seguro para quando eles decidirem atracar."
"Dê a quem você Ama :
- Asas para voar...
- Raízes para voltar...
- Motivos para ficar... " - Dalai Lama"

sexta-feira, 21 de março de 2014

Dia Internacional da Síndrome de Down - 21 de março !

No Programa da Fátima Bernardes


Nesta sexta, 21, Dia Internacional da Síndrome de Down, o Encontro abordou o assunto de uma forma comovente. Convidada do programa, a atriz Thalita Carauta deixou as lágrimas rolarem ao relembrar os tempos em que dividia a cena com a pequena Joana Mocarzel, portadora da alteração genética, na novela Páginas da Vida.
As duas em 'Páginas' (Foto: Encontro com Fátima Bernardes/ TV Globo)As duas em 'Páginas da Vida'
"É emocionante. Eles têm essa vontade, essa espontaneidade, não tem filtro. São o que são. Emociona e toca muito", declarou ela, antes de se derreter pela parceirinha trabalho: "A Joana tinha espontaneidade, era um amor. Eles têm afeto".
Thalita também falou sobre como era a rotina de gravações com a menina. "A gente tinha um roteirozinho e improvisava. Rolavam umas improvisações e eu deixava ela ir levando."
http://gshow.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/
  http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/t/programa/v/maria-cristina-conta-a-historia-de-seu-livro/3228856/

http://www.youtube.com/watch?v=zzkGb1u8K1s&sns=em


segunda-feira, 17 de março de 2014

Curso: Com que roupa eu vou?

Curso: Com que roupa eu vou?
Sentir e Vestir a Moda

Professor Geraldo Lima
A moda tem acompanhado todas as mudanças e evoluções do ser humano.
No meio destas mudanças encontra-se um grupo de pessoas, que não é contemplado com estas informações: as pessoas com deficiência visual. O curso "COM QUE ROUPA EU VOU" vem falar de moda com este grupo.
História, conceitos, tecidos e muito mais!
Inscrições abertas - Vagas limitadas
O curso acontecerá de 21 março a 13 de junho das 10:00 as 14:00 horas
Local: Rua Matias Aires 61/CASA 3
Informações: (11) 3284-1231
e mail: casa3gl@gmail.com

Faltam escolas para deficientes auditivos

Ensino Superior
Faltam escolas para deficientes auditivos
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:45 hs.
 
17/03/2014 - A inclusão social é hoje um dos temas mais debatidos na sociedade.
Apesar de aparecerem aqui ou ali alguns avanços, educadores e portadores de
deficiência acreditam que muitas barreiras ainda devem ser quebradas no meio
social. Uma delas se refere ao acesso de deficientes auditivos, por exemplo, ao
aprendizado em alguns escolas e instituições de ensino.

A pedagoga e mestre em educação Telma Franco desenvolveu uma pesquisa de
mestrado para mostrar as dificuldades que esse público tem para aprender,
devido a falta de ferramentas e recursos suficientes para isso, bem como
outros problemas que enfrentam em sociedade.

Para ela, essas dificuldades dizem respeito a falta de intérpretes nas escolas,
a falta de professores formados em libras para dar esclarecimentos a respeito
dessa linguagem, bem como a presença muito forte de uma cultura que
não é visual. Para Luan Carneiro, 17 anos, estudante e portador de deficiência
auditiva, ainda é difícil a troca, surdo e ouvinte, por isso muitas dificuldades
ainda são encontradas. "Sinto que vou ter muitos problemas quanto a isso,
mas quero que essas barreiras sejam sanadas", declara.

A pesquisa foi realizada durante um ano na Unidade Escolar Matias Olímpio,
zona Norte de Teresina, que se destaca no aprendizado para surdos,
mas onde também foram encontrados problemas sociais envolvendo os
deficientes auditivos, como por exemplo, o bullinyg. "Passamos esse tempo nos
envolvendo com eles e confirmamos que existe esse tipo de manifestação.
Os mais vistos, são sorrisos, comentários maldosos e a própria negação do outro",
comenta Telma.

Além da escola citada, outros poucos centros dispõem de instrumentos
que possam possibilitar o aprendizado. O Piauí, segundo Telma, está bem
atrás de ter e oferecer uma modalidade mais avançada, se comparado
a outros locais, onde este público possui inúmeras possibilidades.

Um reflexo desta realidade recai sobre o próprio portador da deficiência.
Além do preconceito no seio social, muitos não conseguem chegar
nem ao ensino superior. Os deficientes visuais ainda tem melhor chance
de aprender e fazer cursos superiores do que os deficientes auditivos.

Segundo censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
realizado em 2010, o Piauí tem uma grande demanda de pessoas com
algum tipo de deficiência. Os números chamam atenção e devem alertar
governos e autoridades para o conceito de inclusão social.

Os deficientes auditivos representam 42.005 do total da população de
Teresina que é 814.230. Já os portadores de deficiência visual estão em
maior quantidade. Eles chegam a representar um total de 171.184 ou 21%
da população.

No censo foram investigadas ainda as deficiências motoras e mental/intelectual.
Conforme a pesquisa em Teresina são 212.243 pessoas com uma das
deficiências investigadas (26% da população), sendo 87.135 homens e
125.108 mulheres. Significando que, 71.085 pessoas têm mais de uma deficiência.

Na conclusão de sua pesquisa de mestrado sobre bul-linyg, Telma Franco
apresenta algumas alternativa para a mudança do quadro encontrado hoje
na sociedade. A primeira é a oportunidade da linguagem de libras para todos
e depois uma metodologia que valorize o espaço visual.

Também são apresentados, a valorização das libras escritas na redação,
a presença de legendas nos filmes conforme a linguagem deste público
e a necessidade de o professor ter a capacidade de trabalhar com a questão
da escrita em sala de aula.

Fonte: Diário do Povo do Piauí - Teresina/PI