terça-feira, 26 de março de 2013

1ª professora com Down do país defende inclusão em escola regular





Vale a pena ler e INCLUIR !


http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/03/1-professora-com-down-do-pais-defende-inclusao-em-escola-regular.html

domingo, 24 de março de 2013

Casa Adaptada


Sonhar Mais Um Sonho | Fotos da Casa

domingo, 24 de março de 2013

Olá pessoal!
O Programa do Gugu através do quadro Sonhar Mais Um Sonho me propôs um desafio: projetar uma casa especial para o Marquinhos, assistente de palco do Geraldo Luís, apresentador do Balanço Geral SP.
Foi um projeto diferente de tudo que já fiz, não é fácil esquecer os padrões aprendidos na faculdade. Foi preciso repensar.
Tudo na casa foi projetado para que seus moradores tenham a mesma relação de espaço/altura que uma pessoa com estatura normal.
O teto foi rebaixado, o sofá e as poltronas são mais baixas e confortáveis para qualquer pessoa.
A mesa de jantar foi especialmente projetada por mim e executada pela Meu Móvel de Madeira, ela acomoda pessoas com estaturas diferentes sem nenhuma adaptação.
Gostaram?
Vejam como ficou a casa.

Marca: Sweet Angels


Descrição: Confecção de vestuário personalizado de acordo com as necessidades específicas das pessoas de maneira geral, com foco maior no atendimento à pessoas com deficiência, adequando a roupa as suas limitações, com intuito de contribuir para sua maior independência e auxiliar para elevar sua autoestima, colocando-os na moda e deixa-los confortáveis. Também preocupada com a inclusão a marca em seus desfiles trará a passarela dois modelos juntos, sendo um uma pessoa com deficiência e outro não, aumentando também sua gama de público alvo.

Análise de Oportunidades: Tendo em vista que o atendimento a este grupo é bem escasso e quase inexistente, torna-se um mercado extremamente promissor e com diversas possibilidades de atingir sucesso, podendo ser trabalhado a nível municipal, estadual e até mesmo nacional.

Definição do mercado-alvo: As roupas serão personalizadas então o segmento acontecerá de maneira específica  e individual para cada cliente e através de informações físicas, de personalidade e  até mesmo de eventos ou uso, podendo ser peças adaptadas ou não, após a confecção de uma peça personalizada a mesma poderá ser comercializada porém em pequenas quantidades para manter a “exclusividade” de uma peça.

Objetivo Estratégico: Para melhor penetração no mercado buscaremos parcerias (sem fins lucrativos) com grandes centros de reabilitação, como por exemplo, a rede sarah, para podermos ter contato direto com o nosso público alvo principal e também termos auxílio profissional e especializado para suprir de maneira eficaz e eficiente as necessidades de nossos clientes e atende-los sempre com o melhor.

Posicionamento do produto: Nosso foco e diferencial será aliar sempre moda e ergonomia, o que trará ao cliente conforto e satisfação ao consumir nossos produtos.
Estratégias de produto: Os gastos com matéria-prima serão como os de uma confecção normal tendo em vista que o nosso diferencial será na modelagem, porém podemos contar também com máquinas para estamparia digital para que possamos desenvolver estampas próprias sem necessidade de utilizar serviços terceirizados. Por ser uma marca que está preocupada com o bem estar e o conforto em geral nossas embalagens também  terão um diferencial pois serão de um material que reduza o impacto no meio ambiente quando descartado.
Estratégia de Preço: Por se tratar de algo personalizado e exigir materiais e mão de obra com conhecimentos de modelagem específicos, terá uma média variável de acordo com o produto confeccionado, mas dentro de uma escala terá um custo entre médio e alto.

Estratégias de Distribuição: Pretendemos atuar em todas as estâncias de distribuição, no inicio contaremos com uma loja presencial e virtual onde o cliente poderá entrar em contato diretamente conosco para confecção das peças personalizadas e de forma segura poderá fazer suas compras e recebe-las em sua casa. Após isso abriremos também a opção de franquias para maior alcance espaço no mercado

Estratégias de Promoção: A promoção se dará através das redes sociais, publicidade em revistas e tv. A equipe de vendas também será capacitada, entenderão a marca e seu funcionamento em busca também de um melhor e diferenciado atendimento, para um público especial atendimento especial e para aumentar ainda mais a inclusão também teremos na equipe de vendas pessoas portadoras de necessidades especiais para demonstrar e auxiliar na demonstração dos produtos.

Aluna: LUANA CAVALCANTE
Curso Design de Moda
Universidade Veiga de Almeida


 



terça-feira, 5 de março de 2013

Sistema transforma texto em animação virtual na língua de sinais


Notícias (COM  CIÊNCIA)
Sistema transforma textos em animação virtual na língua de sinais
Por Aline Naoe
03/05/2012
No país, pessoas surdas ou com deficiência auditiva comunicam-se por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras), um sistema linguístico com gramática particular, expressa a partir da combinação da forma e do movimento das mãos, do ponto no corpo ou no espaço onde esses sinais são feitos e também por expressão facial e corporal. A língua escrita, em especial para as pessoas que adquirem a surdez antes da alfabetização, é menos acessível que a Libras, pois é semelhante ao uso de um idioma estrangeiro. A partir dessa constatação, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) iniciaram o desenvolvimento de um sistema de transcrição para converter textos em animações apresentadas por um avatar na língua de sinais. 

“A proposta do sistema de transcrição é criar um mecanismo que possibilite a reprodução computacional e em tempo real de conteúdo em língua de sinais, utilizando para isso um agente virtual sinalizador, um modelo que representa uma figura humana e que articula os sinais da Libras”, explica José Mario De Martino, que coordena o trabalho. Na comunicação em língua de sinais, o espaço tridimensional é fundamental, devido à mobilidade de articulações. Por isso, optou-se pela animação em três dimensões, que possibilita ao usuário alterar o ângulo de visão, girando, aproximando ou afastando a câmera. Trata-se de uma vantagem em relação às animações em duas dimensões e ao conteúdo de vídeo, já que, uma vez produzidos, não podem ser modificados. 

A tecnologia foi desenvolvida em XML (Extensible Markup Language), uma linguagem computacional em códigos que dizem como certos dados devem ser interpretados, seja por pessoas ou computadores. O sistema criado pelos pesquisadores da Unicamp descreve em códigos um sinal que define a configuração de mão, a posição da mão no espaço e o movimento realizado durante a articulação do sinal. Esta transcrição é, então, interpretada e convertida pelo sistema nas rotações das juntas, por exemplo, o ombro ou o pulso do modelo, necessárias para formar a pose e os movimentos que compõem o sinal. A articulação real produzida pelos surdos contém ainda aspectos gramaticais como segmentação, flexão verbal e nominal e coarticulação, aspectos que também foram considerados no desenvolvimento do sistema.
Segundo De Martino, o principal desafio é levantar quais as informações necessárias para descrever os sinais e como organizá-las para que o conteúdo não contenha ambiguidade ou omissão de informações. Para o engenheiro, trata-se de um trabalho com caráter multidisciplinar que pode contribuir para um melhor entendimento da língua de sinais brasileira, cuja estrutura, gramática e fonética ainda é pouco conhecida. “Apesar dos estudos das línguas de sinais existirem por quase meio século, o problema de transcrição continua um desafio. Não há um consenso claro, nem entre os linguistas, sobre o que é necessário e suficiente para descrever uma articulação em língua de sinais”, afirma De Martino. 

Perspectivas

Segundo Wanessa Machado do Amaral, orientanda de De Martino e que desenvolve o sistema de transcrição em sua pesquisa de doutorado, a tecnologia está em fase de testes. “O sistema de transcrição foi implementado e alguns sinais da Libras foram gerados. Estes sinais estão sendo avaliados por surdos e ouvintes para testarem sua inteligibilidade”, comenta a estudante. 

A patente do sistema já foi depositada no país e os pesquisadores esperam poder contar com o apoio de parceiros e empresas para dar continuidade ao trabalho. “Avaliamos como potenciais interessadas empresas envolvidas com dispositivos móveis, TV Digital, web e portais na internet”, afirma Amaral. A tecnologia, segundo ela, poderá beneficiar, em especial, empresas com forte interação com o público, como bancos e repartições públicas, que poderiam melhorar a qualidade dos serviços prestados à comunidade surda.