terça-feira, 30 de julho de 2013

Jovem com síndrome de Down escolhe ser artista plástico para fugir do preconceito

                 
Brasília - As pessoas, o que elas vestem, os artistas da TV, a música e as cores do mundo inspiram o artista plástico Lúcio Piantino. Ele tem 17 anos e aos 13 pintou O Verdadeiro Amor, seu primeiro quadro. A arte acompanhou Lúcio desde sempre. Filho e neto de artistas plásticos, cresceu entre telas, tintas, pincéis e esquadros. Mas ele só tomou a decisão de pintar depois que resolveu deixar a escola, cansado de sofrer com o preconceito por ter síndrome de Down.


Jovem com Down quebra barreiras e se torna pintor profissional4 fotos

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Com quatro anos de carreira, o artista plástico Lúcio Piantino, 17 anos, já fez seis exposições individuais e acabou de fechar um contrato com uma empresa americana, que vai replicar suas obras e vender no exterior Leia mais Marcello Casal Jr/ABr

Graças à batalha da mãe de Lúcio, Lurdinha Danezy, de 54 anos, e à quebra de barreiras, hoje o artista está com sua vida profissional estabilizada e começa a levar seu trabalho para o exterior. Em média, uma obra do pintor está avaliada em R$ 1 mil, o metro quadrado. A vida do garoto também virou um documentário, lançado este mês em Brasília: De Arteiro a Artista, conta a saga de Lúcio Piantino.

Depois daquele primeiro quadro, vieram muitos outros. Com quatro anos de carreira, Lúcio Piantino já fez seis exposições individuais e acabou de fechar um contrato com uma empresa americana, que vai replicar suas obras e vender no exterior. Mesmo sem ter se inspirado em grandes artistas, especialistas em arte dizem que a obra de Lúcio lembra os traços do norte americano Jackson Pollock, dos espanhóis Antoni Tápies e Pablo Picasso e do brasileiro Amilcar de Castro.

Garoto de sorriso fácil, ele cria suas obras ouvindo funk, axé, hip-hop. Disse que gosta de homenagear as pessoas com seus quadros. "Eu vejo a cor da pele, a cor da boca, a cor da calça e jogo aquelas cores nos meus quadros. É uma homenagem abstrata". E a arte, hoje é a vida de Lúcio, o carinho que ele tem pelos seus quadros é um amor familiar. "Meus quadros são meus filhos, e as tintas são o alimento que dou para eles".

O desenvolvimento de Lúcio como artista só foi possível por causa do esforço de sua mãe, que abriu mão da carreira de professora e do concurso público no qual tinha sido aprovada, para dar a atenção que o filho precisava. Desde a gravidez, Lurdinha evitava os médicos que diziam que seu filho seria deficiente.

Para ela, é o mundo que faz com que a pessoa se torne deficiente "Acredito muito que a pessoa com a síndrome de Down não nasce com deficiência, ela fica deficiente dependendo da forma com que a educação dela é conduzida".

Para ajudar no desenvolvimento de Lúcio, Lurdinha sempre o estimulou, mas viu que era preciso um pouco mais para dar às crianças com síndrome de Down um crescimento com mais oportunidades.

Resolveu então, em conjunto com outras mães, criar a Associação Mães em Movimento, que trabalha para a criação e a implantação de políticas públicas para essas pessoas. Para Lurdinha, a luta dessas mães e pais, tem o seu valor "Toda a legislação [criada até agora] você pode ter certeza de que tem o dedo de um pai, ou de um grupo de pais".

"Mas o preconceito ainda é uma das principais dificuldades", diz a mãe de Lúcio, que mais uma vez teve que tirar o seu filho da escola por estar cansada de lidar com o preconceito e com a falta de preparo de profissionais. "É muito difícil se olhar pra uma pessoa com deficiência só como pessoa, primeiro vem a síndrome, para depois se olhar para a pessoa, se é que se olha para a pessoa".

Mas a mãe reconhece que há avanços. Pessoas com síndrome de Down vêm sendo inseridas na sociedade e têm recebido reconhecimento. "Está mudando porque existe um investimento muito grande das famílias no desenvolvimento dessas crianças, não só por uma legislação, mas por uma consciência de que a síndrome de Down é uma diferenciação genética e não uma deficiência".

fonte: UOL Notícias

Ariel, ator de "Colegas", diz que síndrome não o impede de fazer nada

Ariel em cena do filme brasileiro "Colegas", dirigido por Marcelo Galvã; o longa mostra uma aventura de três jovens portadores da síndrome de Down

 
Ariel em cena do filme brasileiro "Colegas", dirigido por Marcelo Galvã; o longa mostra uma aventura de três jovens portadores da síndrome de Down
Ator do filme "Colegas", Ariel Goldenberg disse que adorou a experiência de fazer um filme sobre três jovens com síndrome de Down apaixonados por cinema. "Foi marcante, gostei de participar", disse. Acrescentou que nunca havia pensado em ser ator: fez apenas uma oficina de teatro amador, que lhe abriu caminho para participar de um documentário, um curta metragem, uma novela e um filme institucional.

Ariel disse que não precisou de motivações especiais para participar do filme e que aceitou a proposta assim que recebeu o convite. O fato de ser portador da síndrome de Down não o impede de fazer nada. "Para mim, a síndrome não vai me impedir de fazer cinema, novela. Nem preciso pensar sobre isso".

Colegas, dirigido por Marcelo Galvão, conta a história de três jovens com síndrome de Down apaixonados por cinema e que um dia, inspirados por um filme, fogem no automóvel do jardineiro do instituto em que vivem. Juntos, eles buscam os seus sonhos. Stalone (Ariel) quer ver o mar, Marcio (Breno Viola) quer voar e Aninha (Rita Pokk) quer encontrar um marido. Os três saem do interior de São Paulo e vão até Buenos Aires, na Argentina, experimentando a liberdade e envolvendo-se em aventuras ao longo do percurso.

Depois de uma campanha que invadiu as redes sociais na tentativa de trazer o ídolo de Ariel, Sean Penn, sem sucesso, para a estreia do filme, Ariel foi a Hollywood e, na sexta-feira (15), conheceu o ator. Sean Penn recebeu Ariel, Rita e a equipe da produtora do filme Colegas em sua casa em Los Angeles.

No cenário internacional, Colegas venceu o prêmio de público do 27º Festival del Cinema Latino Americano di Trieste, na Itália. Também levou o prêmio de Melhor Filme no festival de cinema International Disability Film Festival Breaking Down Barriers em Moscou (Rússia), além de ter sido exibido no Red Rock Film Festival (Utah, EUA).

No Brasil, venceu o prêmio de Melhor Longa-Metragem Brasileiro no Festival de Gramado 2012 e foi eleito pelo público da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo como Melhor Filme Brasileiro, levando também o Troféu Juventude (votação do público estudante). Colegas foi aclamado no Festival do Rio (categoria hors concours) e foi o longa-metragem que abriu o Amazonas Film Festival.


fonte: UOL Notícias Saúde

Primeira vereadora espanhola com síndrome de Down

Nacho Gallego/EFE
Primeira vereadora espanhola com síndrome de Down, Ángela Bachiller toma posse nesta segunda-feira na cidade de Valladolid, Espanha

Primeira vereadora espanhola com síndrome de Down, Ángela Bachiller toma posse nesta segunda-feira na cidade de Valladolid, Espanha
Uma emocionada Ángela Bachiller se tornou nesta segunda-feira (29) a primeira vereadora com síndrome de Down da Espanha, na cidade de Valladolid, de 311 mil habitantes.

Ángela tomou posse no meio de uma grande expectativa e admiração dos vallisoletanos por sua "coragem" e seus anos de luta pela normalização e integração de pessoas portadoras de necessidade especiais, como ela.

A jovem auxiliar administrativa, sentada hoje nas cadeiras do Partido Popular (PP), de centro-direita, com sua medalha de vereadora ao pescoço, é a imagem da igualdade, e vai ser uma vereadora mais "preparada", "educada", "discreta", como a definiu sua mãe Isabel Guerra.

Ángela jurou lealdade ao rei Juan Carlos 1º e a cumprir a Constituição diante dos flashes de muitos membros da imprensa interessados em registrar o momento inédito.

Ángela Bachiller se candidatou às últimas eleições municipais de Valladolid, que aconteceram em maio de 2011, na lista do PP, e após a renúncia do vereador Jesus García Galván, acusado de corrupção urbanística, se apresentou para ocupar a vaga.

"Obrigado por tudo, por terem confiado em mim", disse ao término da sessão plenária, em entrevista coletiva, acompanhada do prefeito de Valladolid, Javier León de la Riva, tão emocionada que não conseguiu dizer mais nada.

León de la Riva disse que o caso de Ángela é um exemplo da política da prefeitura a favor da integração dos portadores de deficiência, e lembrou que na última legislatura teve o primeiro cadeirante da Espanha.

Sua família "lutou desde o minuto em que nasceu", disse à imprensa a mãe da nova vereadora.

Isabel Guerra, enfermeira de profissão, se mostrou orgulhosa da filha, por sua "coragem" e por "não jogar a toalha", embora reconheça que nunca tenha imaginado que pudesse chegar a ser vereadora.

A receita para alcançar essa posição na vida foi "muito amor, muita disciplina, muito trabalho e uma vida normal em tudo", disse a mãe de Bachiller. E o conselho materno é para que Ángela aprenda e desfrute desta experiência como vereadora para que o passo dado "deixe de ser visto como extraordinário e passe a ser normal".

Neste dia tão especial, Ángela Bachiller esteve cercada pelos pais, sua irmã Lara, seus avôs Juani e Ángel, que mesmo aos 86 anos não abriram mão de ver este momento, e seus companheiros da Associação Síndrome de Down.


fonte: UOL Notícias Saúde

domingo, 28 de julho de 2013

Natalia Cruz na Revista OGLOBO, 28.julho.13

Natalia Cruz na Revista o Globo apresenta mais um look e o "Vida sem Barreiras" adora !




quinta-feira, 25 de julho de 2013

Lançamento livro: Siwa e meus companheiros

 Noite de autógrafos de Maria Cristina de Orleans e Bragança - um sucesso !!!!!!!!!!!
Merece muitos aplausos.

 As amigas sempre por perto !

Com a "Tia do Coração" - Lourdes

Criança especial com muito talento !


 

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Família deve facilitar rotina de crianças com nanismo

LOUISE SOARES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

 
Kênia Rio, 47, é advogada e mora no Rio de Janeiro. Tem um filho de 24 anos, Frederico, e acaba de ser avó. Com pouco mais de três meses, seu neto, Bernard, já é o xodó da casa. Vaidosa, Kênia capricha na maquiagem e dá um jeito nos cabelos antes de tirar foto.
Kênia tem nanismo. Ela mede 1,25 m, abaixo da estatura média da mulher brasileira, de 1,60 m. Mas a baixa estatura não a impediu de realizar grandes feitos. Desde 2009, ela é presidente da Associação de Nanismo do Estado do Rio de Janeiro, a ANAERJ, e luta pelos direitos das pessoas com nanismo. A causa é bem próxima a ela, pois além do seu próprio caso, seu pai tinha nanismo e seus irmãos, sobrinhos, filho e neto, também.

Em entrevista à "Folhinha", Kênia falou sobre sua experiência como uma criança com nanismo, a dificuldade de achar sapatos e roupas do seu tamanho e o que pensa dos programas de humor que fazem piada com anões.
Luciana Whitaker/ Folhapress
A advogada Kênia na cozinha adaptada de seu apartamento no Rio
A advogada Kênia na cozinha adaptada de seu apartamento no Rio
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Folha - Qual a maior dificuldade que você enfrentou quando criança?
Kênia - Venho de uma família em que já havia pessoas com essa deficiência. Meu pai e meus irmãos também tinham nanismo. Eu tinha um espelho dentro de casa. Se tive dificuldades, não consegui visualizar, foram todas superadas. Fora de casa, o preconceito tem várias camadas, é velado. A gente percebia os olhares curiosos e quanto mais elitista, menos escancarado. Por exemplo, eu era a menininha que não tinha namorado, mas ninguém dizia que não queria me namorar por que eu era anã. Eu era a amiga dos meninos, mas não tinha namorado. Tem uma fase nossa horrível, na adolescência, em que a gente ouve muito "não". Eles começam a perceber que o "não" é pela questão do tamanho, de ser anão. Sempre falei para o meu filho batalhar pelo "sim", por que o "não" já era certo.
O que mais te incomoda na forma como as pessoas com nanismo são retratadas na sociedade?
Aquela figura de que anão é associado a circo. Não tenho nada contra quem trabalha com o mundo do teatro e do circo, mas acho que isso não tem que ser a regra. A sociedade tem que nos respeitar e ver que tem grupos que gostam de trabalhar na área circense e tem grupos que preferem trabalhar como profissionais liberais, engenheiros, advogados, dentistas.
Quais foram as adaptações que você fez em sua casa?
No meu caso específico, eu criei uma independência dentro de casa, porque eu não sou a única pessoa com nanismo ali. Quis facilitar a minha rotina. As famílias que têm uma criança com nanismo devem tentar facilitar a rotina delas, mostrando que elas também fazem parte daquela casa. Adaptar o maior número de cômodos possível. Por exemplo, nos banheiros, colocar uma pia mais baixa e uma torneira com alavanca.
É difícil encontrar roupas e sapatos do seu tamanho?
No meu caso, tenho um encurtamento nas pernas e nos braços, mas o tronco é de uma pessoa de estatura normal. Então, quando vou numa loja de roupas, escolho pelo meu tamanho e ajusto os braços e pernas. Já sapato é muito difícil. Existem pouquíssimas lojas que produzem sapatos para a gente. Quando eu encontro, compro logo três ou quatro iguais, só mudo as cores. É complicado, fico limitada. A sociedade não tomou conhecimento de que existe esse pequeno grupo e que nós somos consumidores.
O que você acha dos programas de humor que usam pessoas com nanismo para fazer piada?
Sou super contra. Por que parece que o nosso trabalho é em vão. Acho que a gente tem que se respeitar, antes de mais nada. Tem programas de humor que fazem até agressões, jogam o cara para um lado, para o outro, e não percebem que isso vai refletir na gente aqui fora. Se a televisão tá mostrando que é normal um comediante jogar um anão na parede, a gente vai sofrer aqui fora, porque vai ter um irresponsável que pega uma criança com nanismo e faz o mesmo. Quantas crianças com nanismo não sofreram com aquela brincadeira do "pedala, Robinho"?
Editoria de Arte/Folhapress

 

Crianças com nanismo contam como é viver entre colegas mais altos

BRUNO MOLINERO
DE SÃO PAULO
LOUISE SOARES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DO RIO

 
Quando está na escola, Pedro Henrique Menuci, 6, passa o dia ansioso. Assim que bate o sinal da última aula, ele corre para vestir as chuteiras e dar o pontapé inicial na sua parte favorita do dia: a aula de futsal.
"Na quadra, todos são mais altos do que eu. Mas não tem problema, driblo eles mesmo assim", conta o garoto, que nasceu com nanismo --assim como o pai, a mãe e o irmão, João Paulo, 1.
Eduardo Knapp/Folhapress
Pedro Henrique, 6, e João Paulo, 2, brincam em casa
Pedro Henrique, 6, e João Paulo, 2, brincam em casa
Pessoas com nanismo, ou anões, são mais baixas do que a média. De acordo com a geneticista Dafne Horovitz, na maior parte dos casos, elas recebem essa característica dos pais, assim como a cor dos olhos e a dos cabelos.
João Pedro dos Santos, 12, tem 1,10 m de altura --contra 1,50 m de média para crianças da sua idade. Judoca, ele compete com garotos de sua faixa etária (mais altos e experientes) e já ganhou medalhas.
"Percebi que era diferente aos quatro anos. Até chorei, mas hoje entendo que sou uma criança como as outras", conta João Pedro, que é filho de mãe e pai de estatura normal.
A baixa altura não foi problema para Pedro Henrique fazer vários amigos na escola. "Gosto de todo mundo. Menos das meninas, elas são muito chatas", diz.
Para o psiquiatra Gustavo Teixeira, o colégio pode trazer os maiores desafios. "Quem pratica bullying busca a vítima mais vulnerável. Se a criança com nanismo tem falhas de auto-estima, acaba se tornando alvo", diz. "Ela precisa pedir ajuda de um adulto em casa ou na escola."
Para o dia a dia em casa, a advogada Kênia Rio, 47, sugere adaptações. "A família tem que tentar facilitar a rotina. Uma pia mais baixa e uma torneira com alavanca ajudam, por exemplo", diz Kênia, que tem filho e neto com nanismo, assim como ela.
Editoria de Arte/Folhapress
João Pedro enfrenta meninos de sua faixa etária no judô
João Pedro enfrenta meninos de sua faixa etária no judô

domingo, 7 de julho de 2013

A prática de atividades físicas

Independente de ter ou não alguma deficiência física, a prática de esportes ou realização de alguma atividade física é extremamente importante para o desenvolvimento físico das pessoas. Para nós, pessoas com nanismo, é muito importante essa prática e tiro isso por experiência própria. Devemos aproveitar a mobilidade independente que muitos de nós temos, para nos desenvolver fisicamente. Afinal, qualidade de vida é importante à qualquer pessoa.

A prática de atividades físicas

prática de exercícios físicos sempre esteve associada a qualidade de vida das pessoas seja fisicamente, psicologicamente ou socialmente. Caminhar, correr, nadar, malhar, são atividades que trabalham na manutenção e desenvolvimento de estruturas ósseas e musculares. Para as pessoas com deficiência física, incluindo aquelas com nanismo, esse desenvolvimento e fortalecimento é extremamente necessário para evitar complicações em idades avançadas.
Além do desenvolvimento, a prática de exercícios proporciona melhora na circulação e das funções cardíacas e pulmonares. Além de melhorar a habilidade de concentração, prevenir a pressão alta, colesterol e diabetes. Reduz o stress, estimula a independência, ensina a encarar situações de sucesso e frustração , aumenta a auto-estima da pessoa com deficiência, entre outros. Desde cedo comecei a praticar natação. Durante muito tempo, dos 8 aos 18 anos de idade, acumulei diversos benefícios ao longo de 10 anos de prática constante de exercícios físicos. Com melhorias no aspecto físico, escolar, comportamental, a natação me ensinou a nadar contra o tempo, mergulhar de cabeça nos problemas, afundar o preconceito e emergir das dificuldades.
Apesar de estimularmos a prática de qualquer atividades físicas por uma pessoa com ou sem deficiência, é extremamente importante respeitar seus limites. Toda e qualquer atividade deve ser acompanhada por profissionais e muita atenção. Seguindo todas as normas de segurança, a prática de exercícios irá estimular e desenvolver as suas habilidades físicas e psicológicas.

E você, pratica alguma atividade física?

fonte: Nanismo IN FOCO

Linda e fashion !!!!!


TAMANHO DO TEXTOA-A+
29/06/2013 - POR PATRICIA RUZENE


Perfil do instagram exibe looks estilosos de fashionista anã

Mini Look do Dia é o perfil da designer Natalia Cruz, que inspira milhares de meninas com sua auto-confiança e desenvoltura para encontrar produções cheias de estilo

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Dá só uma olhada nos looks de inverno de Natalia Cruz (Foto: Reprodução/Instagram)
Para quem ainda duvida que a moda é realmente democrática vale dar uma passadinha na página do instagram da designer Natalia Cruz. Portadora de nanismo, ela tem 23 anos, mede pouco mais que 1m30cm e é uma fashionista exemplar. “Até que é fácil encontrar roupas para mim. Bato o olho na peça e já sei quais ajustes serão necessários. E se eu gosto muito, mas não ficou legal no meu corpo, me inspiro no modelo, compro o tecido e levo para minha costureira fazer igual”, confessa a designer.
Apesar de não ser leitora assídua de revistas de moda, ela gosta do assunto e está sempre por dentro das tendências que rolam lá fora e pensando na melhor maneira de adaptar aquilo que gosta ao seu corpo. "O que eu sempre tenho que adaptar são as calças porque meu tronco tem o tamanho normal, então as calças que servem no meu quadril precisam ser cortadas e tenho que fazer a barra".

Aqui as escolhas de verão da fashionista (Foto: Reprodução/Instagram)
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, Natalia jura de pés juntos que não recorre a lojas infantis, apenas para comprar sapatos, já que calça 32. "As roupas para crianças são pequenas e não cabem em mim de jeito nenhum", ressalta. E se você, como nós, ficou curiosa para saber quais são as lojas que ela mais frequenta, esqueça, ela não revela. "Se um dia eu tiver um blog talvez possa fazer isso, mas por enquanto prefiro não falar nada". A seguir o bê-a-bá do guarda-roupa de Natália:

In:
* T-shirts básicas, de preferência branquinhas ou com estampas divertidas
* Calças coloridas ou jeans
* Peças com algum detalhe girlie como rendas, babados ou golas fofinhas

Out:

* Macacão - meu tronco fica muito grande
* Botas de cano alto não favorecem em nada minha silhueta e me deixam ainda mais baixinha
* Vestidos muito justinhos, do tipo bandage. Não consigo me sentir bem neles

fonte: http://revistaglamour.globo.com/Moda/noticia/2013/06/perfil-do-instagram-exibe-looks-estilosos-de-fashionista-ana.html?fb_action_ids=10200666797131510&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_map=%7B%2210200666797131510%22%3A172497126255832%7D&action_type_map=%7B%2210200666797131510%22%3A%22og.likes%22%7D&action_ref_map=%5B%5D