sexta-feira, 30 de setembro de 2011

E o Braille ?

A tecnologia dedicada a ajudar deficientes visuais tem evoluído muito. Novas ferramentas vêm ampliando o acesso de cegos à informação escrita: audiolivros, softwares que leem em voz alta o e-mail que acabou de chegar, serviços telefônicos que leem o jornal pela manhã. Sem dúvida, uma mão na roda, que dá mais opções aos cegos.
Essas novidades conquistaram espaço. E, confiando nelas, os cegos estão deixando de ler. Estão apenas ouvindo. Há deficientes visuais que já aderiram completamente à tecnologia. Alguns professores de escolas para cegos também não veem mais espaço para o braile. Tanto que quase 90% das crianças cegas americanas estão crescendo sem aprender a ler e escrever. Isso é um sinal de progresso? Devemos celebrar o declínio do braile?
É verdade, a tecnologia permite a absorção rápida de muita informação. O problema é que essas novas ferramentas oferecem um tipo passivo de leitura. Ao contrário do braile, que permite uma leitura ativa. Com ele, o cérebro recebe as informações de forma diferente: além do conteúdo, absorve também as letras, a pontuação, a estrutura do texto.
A falta desse conhecimento pode prejudicar a formação de alguém. Aconteceu comigo. Perdi parte da visão aos 7 anos de idade. Aos 16, fiquei completamente cego. Não fui alfabetizado em braile quando criança, e tive de aprender a ler e escrever sozinho depois de cego. O aprendizado tardio prejudicou minha educação e minha confiança. Quando entrei na universidade, não podia soletrar. Sabia pouco sobre pontuação e regras gramaticais. Fiz um doutorado em administração da educação, mas a alfabetização limitada foi sempre uma barreira.
Hoje uso muita tecnologia de áudio. Com ela, posso ler o texto no computador em um ritmo de 250 palavras por minuto. Com o braile, leio 50 palavras por minuto. Mas a tecnologia é complicada para reuniões ou palestras. Se preciso ler um discurso que escrevi, buscar notas no meio de uma apresentação, consultar tabelas, só o braile evita que eu desvie a atenção do conteúdo principal.
É como para as pessoas que têm visão: rádio e TV são métodos úteis de conseguir informação, mas não substituem a leitura. Não quero dizer que a tecnologia de áudio não é importante na vida dos cegos. Ela é. Mas deficientes visuais necessitam de uma maneira eficiente de ler e escrever, como todo mundo. Isso significa que precisamos garantir o acesso a todo tipo de tecnologia que apareça e seja capaz de auxiliar. Sem esquecer também de trabalhar para manter o braile vivo.

* Fredric K. Schroeder é vice-presidente da Federação Nacional dos Cegos dos EUA. Ele perdeu a visão em decorrência da síndrome de Stevens-Johnson.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

“Nada Sobre Nós Sem Nós”

Com o tema “Nada Sobre Nós Sem Nós”, o Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria de Cidadania Cultural, Petrobras e OSCIP Escola Brasil , publicou no Diário Oficial da União do dia 2 de agosto, o edital do Prêmio Arte e Cultura Inclusiva 2011 – Edição Albertina Brasil Santos – que selecionará 30 iniciativas culturais já realizadas e que tenham propiciado a participação de artistas com deficiência na produção e difusão artística e cultural brasileiras, assim como ações, projetos e produtos culturais que possibilitaram acesso e acessibilidade a pessoas com deficiência.

Entre 15 de agosto e 30 de setembro, pessoas físicas, grupos informais e instituições podem inscrever suas iniciativas para o concurso nas categorias Expressão Artística e Acessibilidade que premiarão, respectivamente, 20 e 10 iniciativas de destaque em cada área. Cada premiado receberá R$ 12,5 mil. No total, o investimento será de R$ 385 mil. O prêmo tem patrocínio da Petrobras por meio da Lei Rouanet.

Em sua primeira edição, o Prêmio Arte e Cultura Inclusiva homenageará Albertina Brasil Santos, ativista com deficiência visual e pioneira na Administração Pública Federal, quando servidora na Fundação Nacional de Artes (Funarte), ao sensibilizar diferentes esferas de governo, assim como comunidades culturais, para a promoção do talento das distintas expressões de artistas com deficiência.

Como reconhecimento, será concedido também um prêmio de R$ 10 mil à família de Albertina Brasil, falecida em 2004, pelo seu trabalho de fomento às expressões culturais de pessoas com deficiência.

O prêmio visa ainda contribuir para a divulgação da obrigatoriedade e da urgência de se adotarem medidas de acessibilidade em espetáculos, manifestações e eventos artísticos, a fim de proporcionar a inclusão das pessoas com deficiência na vida cultural de suas comunidades. O edital em formato PDF, em formato Documento, portaria de refiticação e os anexos 1, 2 , 3 e 4 estão disponíveis. Nos próximos dias, estarão disponíveis as versões em libras e áudio do edital do concurso – que aceitará inscrições em ambas modalidades.

Dúvidas e outras informações referentes ao edital Prêmio Arte e Cultura Inclusiva 2011 podem ser esclarecidas na Escola Brasil pelo endereço eletrônico premioalbertinabrasil@escolabrasil.org.br e pelo telefone (61) 3202-1721.

fonte: turismoadaptado.wordpress.com

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Mergulhando ..........

A HSA – Handicapped Scuba Association Brasil em parceria com a Scafo Mergulho e apoio da Turismo Adaptado, estão convidando pessoas com deficiência para participar gratuitamente de uma experiência de mergulho adaptado (batismo HSA). Será uma atividade dentro do curso de capacitação profissional em mergulho adaptado (Handicapped Scuba Association – HSA) que Lucia Sodré irá ministrar para profissionaos do mergulho convencional que desejam fazer a capacitação básica em mergulho adaptado, para poderem atender, da melhor forma, a pessoa com deficiência nas atividades de mergulho autônomo recreativo.

As vagas estão abertas para 3 pessoas paraplégicas, 3 pessoas tetraplégicas, 2 pessoas surdas, 2 pessoa cegas e 2 pessoas surdocegas, para as aulas de batismo em piscina. Portanto as vagas são limitadas para essa experiência. Os interessados deverão entrar em contato com Lucia Sodré através do email luciasodre@gmail.com. O evento acontecerá dia 1 de outubro às 9 horas, na Unidade de São Paulo da Scafo, sediada dentro do Centro Universitário SENAC, com localização na Av. Engenheiro Eusébio Stevaux, 823 – Santo Amaro.

Necessário:
1)Saber nadar (mesmo que “cachorrinho”) ou flutuar (de forma assistida no caso de pessoas com tetraplegia).
2) Atestado médico especifico para a prática do mergulho autônomo recreativo. CONSTAR: APTO PARA A PRÁTICA DO MERGULHO AUTÔNOMO RECEATIVO. Também, citar possível restrição.
3) Laudo médico (área de deficiência – causa. Pode ser cópia). No caso de não ter o laudo, o laudo – relato medico, deverá estar inserido no atestado médico (causa + consequência).
4) Formulário do candidato a atividade preenchido de forma completa e sem abreviaturas.

Este trabalho tem meta de tornar o mergulho mais acessível a pessoas com deficiência no Brasil, com a competência da Handicapped Scuba Association Internacional – HSA, organização internacional pioneira na área de mergulho adaptado, que irá capacitar instrutores em mergulho adaptado. A Turismo Adaptado irá estudar questões operacionais do turismo, como transporte, hospedagem, alimentação, atrativos turísticos e outros ítens necessários para formatar pacotes turísticos acessíveis a pessoas com deficiência, que incluam atividades de mergulho. A Scafo através da capacitação de seus profissionais e apoio ao trabalho da HSA no Brasil, está mergulhando fundo para se preparar para atender a pessoa com deficiência nas atividades de mergulho recreativo.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O charme de Paris e a tradição de Londres acessíveis para pessoas com deficiência



Sou Ricardo Shimosakai, paraplégico e meu mochilão à Europa continua pela França e Inglaterra. Na edição passada, falei de Portugal e Espanha. Apesar das semanas longe da família e amigos, a imensa felicidade que sentia não dava brechas para a saudade. Parti de Barcelona e cheguei à estação Gare d’Austerlitz em Paris. Fui logo até o albergue Le D’Artagnan, mantendo meu padrão de viagem no melhor estilo aventura. E saí em seguida, feliz da vida, para conhecer essa cidade mágica. A rede de transporte da Paris é organizada de forma que linhas inteiras de ônibus acessíveis são posicionadas de maneira estratégica, alcançando todos os pontos turísticos.

Minha primeira parada foi o Centro Georges Pompidou, um grande centro cultural aparentando uma construção virada do avesso, com canos de água, eletricidade e ar condicionado diferenciados por cor e totalmente à mostra. O 6º andar oferece uma deslumbrante vista panorâmica da cidade, de onde é possível ver a Torre Eiffel, o Tour Montparnasse e a Montmartre, local da Igreja Sacré Coeur. O grande pátio à frente da entrada reúne diversos artistas de rua, como um circo a céu aberto.

No rio Sena, a Ile de La Cite é o endereço da Catedral de Notre Dame, palco de grandes acontecimentos como a coroação do imperador francês Napoleão Bonaparte. Os gárgulas, figuras monstruosas comumente presentes na arquitetura gótica no alto das torres, são a parte saliente das calhas dos telhados. O Corcunda de Notre Dame é uma lenda que foi transformada em livro, filme e até num dos clássicos desenhos de Walt Disney. O enredo conta a vida de um menino com deformidades, abandonado na catedral, que cresce escondido e um dia vê uma bela jovem sendo maltratada. Decide então sair de sua clausura para protegê-la, acendendo uma intensa paixão. È uma ficção, mas que de certa forma representa a realidade de muitas pessoas com deficiência.

Algumas quadras adiante iremos encontrar o Museu do Louvre, que é o maior e mais visitado museu do mundo com um acervo de mais de 350 mil objetos inestimáveis. Sua entrada, na forma de uma pirâmide de vidro, já é uma atração. Para percorrer o Louvre por completo, mesmo só passando, sem parar diante das obras, seriam necessários vários dias. Por isso concentre-se em suas obras mais importantes como a Vênus de Milo, que representa a deusa Grega do amor Afrodite, e a Mona Lisa de Leonardo da Vinci com um olhar que parece lhe perseguir por todos os cantos da sala. É um dos museus mais completos que já vi em relação à acessibilidade e inclusão. Além de possuir acesso a todos os lugares, mesmo com seu tamanho gigantesco, tem mapas de orientação à pessoa com deficiência, e programação de visitas a pessoas com deficiência visual e auditiva.

A Ponte Royal dá acesso ao Museu d’Orsay, que foi originalmente erguido para ser uma estação de trem. Destaca-se pela preciosa coleção de obras de Vincent Van Gogh, além de outros artistas ilustres como os impressionistas Manet, Monet e Renoir, e dos Pós-impressionistas Matisse e Toulouse-Lautrec. Mesmo quem não tem muito conhecimento sobre arte, acaba saindo maravilhado do local.
Ali perto é possível embarcar num passeio a bordo de um Bateau Mouche Restaurant, as famosas embarcações turísticas francesas, degustando a deliciosa culinária local, enquanto aprecia a fantástica arquitetura parisiense sob outra perspectiva. Esse passeio feito à noite é simplesmente fora de série. Depois siga para o Hotel Nacional dos Inválidos, que foi encomendado por Luis XVI para abrigar soldados inválidos, e onde alguns vivem até hoje. Inválido é como eram chamadas as pessoas com deficiência naquela época. Possui uma vasta história sobre a guerra, inclusive o túmulo de Napoleão. Quase ao lado, fica o Museu Rodin, residência do artista Auguste Rodin, escultor da famosa obra “O Pensador”, exposta em seus jardins.

O maior símbolo da França, a Torre Eiffel, possui o nome de seu criador Gustave Eiffel, e foi construída em um tempo recorde de dois anos. Essa imensa estrutura metálica, com mais de 2,5 milhões de rebites, consome 50 toneladas de tinta em sua pintura a cada 7 anos. A noite assume uma atmosfera mais romântica, devido sua iluminação que pode ser vista a quilômetros de distância. Se seguir até o Palais de Chaillot, além de lindas esculturas em bronze e majestosas alas em curva, também terá uma das melhores vistas da cidade.

Terminei a parte urbana visitando o Arco do Triunfo, concebido por Napoleão como símbolo de seu poder militar. Este monumento fica num ponto da cidade onde convergem 12 importantes avenidas, dentre elas a célebre Champs Elysées.

Aproveitei para ir a Disneyland Paris, situada a 32 quilômetros do centro, e dividida em dois grandes parques. A Disney desenvolveu critérios próprios de acessibilidade em seus brinquedos e atrações, utilizados em todos os parques da rede ao redor do mundo. O Walt Disney Studios Park é o local para descobrir o mundo fantástico do cinema e televisão, com quatro zonas, onde são apresentadas atrações e espetáculos alucinantes. A tradicional Disneyland Park é dividida em cinco áreas temáticas, onde a magia prevalece.

Hora de partir para meu último destino. A viagem de 495 quilômetros de Paris a Londres, pode ser feita através de um trem de alta velocidade em apenas duas horas e 15 minutos, por um túnel sob as águas do Canal da Mancha.

Fiquei hospedado no albergue YHA London Thameside, localizado na periferia. Dali segui ao Tate Modern, instalado às margens do rio Tamisa, num imenso local onde era a estação de luz Bankside Power Station. Na outra margem, algumas quadras acima, fica a Catedral de São Paulo, local perfeito para assistir um culto à tarde, ouvindo as vozes do coro. Contemplar a beleza ímpar de seu interior, no local onde foi realizado o casamento de Charles e Diana, é como se sentir parte da corte real.

Os famosos ônibus londrinos de dois andares possuem acessibilidade através de uma rampa acionada por um controle da cabine do motorista. Até o tradicional táxi pelo seu tamanho robusto, possui rampa e banco basculante, tornando possível a entrada do passageiro, junto com a cadeira de rodas. Mais que um transporte é uma grande atração. Através dele fui até o British Museum, o mais antigo do planeta. Possui 6 milhões de itens que abrangem 1,8 milhão de anos de civilização. Apesar de possuir atrativos turísticos seculares e dignos de preservação, nada impediu que o local se adaptasse de forma sutil e funcional para dar oportunidade a todos de contemplar suas belezas.
O próximo ponto visitado foi a lendária Trafalgar Square, palco para eventos públicos da cidade, situada à frente da National Gallery, principal museu de arte de Londres. Logo ao lado, a National Portrait Gallery, com lindas obras, como o retrato de William Shakespeare e cadernos com descrições em braile e desenhos táteis, em todos os andares.

Quer mais uma dica? Atravesse o Tamisa em direção à London Eye, para encontrar a maior roda gigante do mundo, onde os passageiros ficam em uma de suas 32 cápsulas que comportam 25 pessoas, num passeio de 30 minutos. As cápsulas proporcionam uma visão total com alcance de até 42 quilômetros, e giram 360 graus graças a um incrível sistema automático de nivelamento. Do outro lado do rio, as Casas do Parlamento compõem um majestoso conjunto ao lado do Big Ben, símbolo maior da pontualidade britânica, com seu barulhento soar das horas. Logo atrás fica a Abadia de Westminster, onde estão enterrados os corpos do físico Isaac Newton e do naturalista Charles Darwin.

Na época do outono na Europa, as plantas assumem diversas cores e tonalidades e as ruas e parques ficam repletos de folhas que caem das árvores, numa verdadeira obra de arte da natureza. Conhecer os parques londrinos passa a ser uma tarefa ainda mais deliciosa. De quebra você ainda vai dar de cara com o Palácio de Buckingham, voltado para o St.James’s Park e o Green Park. E a tradicional troca de guarda é um espetáculo à parte. O Hyde Park, que é a cara de Londres, também é o maior deles em relação à quantidade de área verde. Todos, além de lindos, são acessíveis e planos, facilitando a locomoção.

Perto dali, três locais imperdíveis. O Museu de História Natural, que conta a fascinante história da vida na terra. O Museu de Ciências, cujas exposições interativas mostram o desenvolvimento científico e tecnológico através de séculos, e o Victoria & Albert Museum, simplesmente o maior museu de arte decorativa do mundo.

Fazer compras também é um ótimo programa. A Knightsbridge e a Oxford Street têm lojas de departamentos de elite, enquanto que a Portobello Road é mais eclética e econômica. Vá até a Kings Road se quiser comprar peças de decoração, ou então siga para a Regent Street, onde se encontra a Hamleys, a maior loja de brinquedos do mundo, ou ainda para a Tottenham Court Road, com dezenas de lojas e as novidades do mundo eletrônico. À noite, aproveite para ver o divertido museu Belive It or Not! (Acredite se Quiser!), visitar a iluminada esquina da Picadilly Circus ou passear de riquixá na Chinatown de Londres.

A maioria dos museus e atrações de Londres e Paris é gratuita para pessoas com deficiência, com identificações de acessibilidade visíveis e confiáveis. Como você pode perceber, opções e condições para se divertir não faltam. Então, está esperando o que? Mochila nas costas e boa viagem!


Dica de viagem
Mesmo em uma viagem independente, é sempre bom entrar em contato com associações ou empresas, ligadas à pessoa com deficiência. Caso precise repor sondas uretrais ou consertar sua cadeira de rodas, saberão lhe indicar o local certo onde procurar.



* Este texto foi escrito para a seção Turismo da Revista Sentidos. São Paulo, Editora Escala, ano 8, n.52, p.58-61, maio de 2009.

Comissão aprova cuidador nas escolas para alunos com deficiência

A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou, na quarta-feira (31/8) medida que obriga as escolas regulares a oferecer cuidador específico para alunos portadores de necessidades especiais, se for verificado que o aluno precisa de atendimento individualizado.

A iniciativa está prevista no Projeto de Lei 8014/10, do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG).A legislação brasileira incentiva a inclusão dos portadores de deficiência no ensino regular, deixando o ensino especial para aqueles com características específicas. Por isso, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9394/96) prevê o serviço de apoio especializado aos alunos portadores de deficiência matriculados nas escolas regulares.

O projeto inclui explicitamente o cuidador como parte desse suporte, desde que necessário.Para o relator da proposta, deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), o cuidador é indispensável para alguns alunos com maior grau de dependência e vai melhorar o rendimento desses alunos. “A oferta desse tipo de apoio resultará na maior participação do educando nas atividades escolares, uma vez que o cuidador estará pronto a auxiliá-lo no desempenho das atividades da vida diária que não consegue realizar sem ajuda”, argumentou.Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada.

fonte: Notícias da Educação de 05/setembro/2011