sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Auê Design - brinquedo para todos

"Nuvem Ana Nunes"...aparentemente, uma simples almofada, toyart, brinquedo! Porém, algo lúdico e inovador para crianças que utilizam cadeira de rodas...podendo ser adaptadas com suas "longas pernas" ao corpo!!! Projeto Auê Especial, acessibilidade...boneco universal, onde todas as crianças são iguais!!! Concurso Novos Talentos UVA/Barra da Tijuca/RJ‪#‎acessibilidade‬ ‪#‎agradecimentos‬ ‪#‎auedesign‬ ‪#‎sonho‬ ‪#‎produtos‬‪#‎projeto‬ ‪#‎aue‬ ‪#‎alegria‬ ‪#‎bagunça‬ ‪#‎toyart‬ ‪#‎luz‬ ‪#‎love‬ ‪#‎ludico‬‪#‎universidade‬ ‪#‎cor‬ ‪#‎tecidos‬ ‪#‎união‬ ‪#‎professor‬ ‪#‎criança‬ ‪#‎amor‬‪#‎orgulho‬ ‪#‎nuvem‬


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Who is perfect ?

Recebi esta mensagem.
Só conhecia as fotos. 
Um super trabalho !!!

Bastante inspirador para os projetos de vocês! http://www.youtube.com/watch?v=E8umFV69fNg&feature=youtu.be

Publicado em 02/12/2013
Disabled mannequins will be eliciting astonished looks from passers-by on Zurich's Bahnhofstrasse today. Between the perfect mannequins, there will be figures with scoliosis or brittle bone disease modelling the latest fashions. One will have shortened limbs; the other a malformed spine. The campaign has been devised for the International Day of Persons with Disabilities by Pro Infirmis, an organisation for the disabled. Entitled "Because who is perfect? Get closer.", it is designed to provoke reflection on the acceptance of people with disabilities. Director Alain Gsponer has captured the campaign as a short film.
The figures are life-sized, three-dimensional representations of Miss Handicap 2010, Jasmin Rechsteiner, radio presenter and film critic Alex Oberholzer, track and field athlete Urs Kolly, blogger Nadja Schmid and actor Erwin Aljukic.
"We often go chasing after ideals instead of accepting life in all its diversity. Pro Infirmis strives especially for the acceptance of disability and the inclusion of people with disabilities," says Mark Zumbühl, a member of the Pro Infirmis Executive Board, in describing the campaign.


Programa ANA MARIA BRAGA, setembro/2009

Encontrei estas anotações.
Considerei importante compartilha-las.

Entrevista com o casal: Marise Calazans e Teodomiro Schramm

Marise e Teodomiro se conheceram numa sala de bate papo via celular.
Em determinado ponto da conversa Marise contou que possuía 1.15m de altura (portadora de nanismo). Naquele momento Marise achou que havia “espantado” o candidato mas não, ele saiu de sua cidade Alagoinhas (90 km de Salvador) e foi conhece-la pessoalmente.
Qual a surpresa de Marise quando deparou com rapaz de 1.75m ! A família de Marise tem estatura normal (sem histórico de nanismo na família): os pais e as 5 irmãs, somente ela nasceu com a mutação genética, e segundo a própria, sempre foi muito protegida pelo pai, que inclusive criou obstáculos em relação a Teodomiro. O rapaz teve que de certa forma provar suas boas e sérias intenções.
Foram 8 meses de namoro até o casamento. 
Marise havia superado muitos preconceitos ao longo dos seus 32 anos (até conhecer Teodomiro), período em que nunca namorou (e achava que jamais encontraria um companheiro). Com sua perseverânça se tornou bancária e possui emprego que gosta muito: os colegas de trabalho entendem suas limitações e ela aprendeu a conviver com as limitações das pessoas.
No dia 18 de janeiro de 2007 eles se casaram.
Para uma boa convivência várias adaptações tiveram que ser feitas na casa: interruptores e porta chaves ficaram numa altura acessível para Marise; no banheiro as prateleiras baixas pertencem a Marise enquanto as altas a Teodomiro; na cozinha encontram-se (a meu ver) os maiores obstáculos – utilizar uma escadinha para alcançar a bancada da pia não é o modo mais adequado de utilização deste espaço por pessoa portadora de nanismo, pois os riscos de queda são evidentes.

Superados preconceitos (total ou parcial/mente) o casal tem mais um sonho, ter um filho. Não existe problema clínico aparente (segundo o médico especialista em reprodução assistida), mas a criança tem 50% de chances de nascer com nanismo. Mais preconceitos e alguns medos por parte do casal. Mas é possível através da reprodução assistida ter um filho com estatura normal, com fertilização “in vitro” e seleção de embrião sem o gen do nanismo. Atenção: é um tratamento caro ! São possibilidades da medicina.

Minha observação:  Esta casa é uma casa onde é preciso pensar num “desenho universal”: Pessoas com estaturas diferentes, com necessidades especificas devem conviver bem no mesmo espaço, neste mesmo lar !

anotações feitas por Lourdes Luz

Roupas sob medida - with english version



Este trabalho da Luana e a Sweet Angel ainda vão dar MUITO o que falar
ACOMPANHEM !


Matéria online - COMPLETA:

Design Rio
Paula Autran e Simone Candida granderio@oglobo.com.br

Roupas sob medida contra o preconceito

Luana Cavalcante tem problemas de locomoção por falta de oxigenação no cérebro durante o parto, há 20 anos. Mas começa a andar com as próprias pernas na vida profissional com um projeto que pode levá-la longe. Aluna do sexto período do curso de design de moda da Universidade Veiga de Almeida (UVA), há um ano ela começou a desenvolver roupas sob medida para pessoas com deficiências.


Luana: moda para deficientes Foto: Agência O Globo

Luana: moda para deficientesAGÊNCIA O GLOBO
A ideia é desenhar modelos de acordo com a limitação de cada um. A começar dela mesma, cadeirante, que tem dificuldade para vestir determinadas peças por causa de movimentos que não faz ou faz com dificuldade e ajuda de alguém. Ela cria shorts, vestidos, macacões e camisas com fechos em velcro para facilitar a vida de que vai colocá-las ou tirá-las. Luana ainda não se formou, mas já é designer da chamada moda inclusiva.
- Sempre tive essa ideia, mas a faculdade aprimorou meu conhecimento para poder desenvolvê-la. Fiz as primeiras peças para mim mesma no início do ano passado. E pensei que outras pessoas poderiam se beneficiar. Tem muito a ver com autoestima. Eu me senti mais humana, mais ambientada, quando passei a usá-las. Tudo que é para deficientes é como um saco, não tem estilo algum. Então, aliei praticidade e estilo. Por enquanto, faço mais “remodelos“, em cima de modelos das roupas que eu já tinha. Mas estou começando a desenhar modelagens. Ando pensando em colocar mangas retráteis em algumas peças. Mas ainda tenho que estudar muito de modelagem e ergonomia, sobre motricidade - diz a menina, que já tem logomarca para a Sweet Angels, que criou para um trabalho da aula de Marketing e registrou no Instituto Nacional de Produtos Industriais (INPI). - A inovação só vem de uma necessidade. Eu hoje tenho minha mãe para me ajudar, mas como vai ser no futuro? Sempre tive dificuldades para me vestir. Os movimentos são complicados. Se tinha uma festa para ir, começava a me arrumar duas horas antes. Decidi que ia resolver este problema. Comecei a estudar como eram meus movimentos, quais eram minhas limitações. Para vestir um short, por exemplo, era super complicado. Ai veio a ideia de fazer o fecho lateral, em velcro. Com ele, faço apenas um movimento, o de me levantar, para me vestir. Uma roupa como essa me dá mais independência.
Filha única, Luana nasceu prematura de 31 semanas, de parto natural. Tinha 1,1 Kg, e caiu para 900 gramas. Com o apoio dos pais - um policial militar e uma ex-funcionária do departamento pessoal de uma empresa de ônibus que largou tudo e ficou fazendo massas em casa, para vender, a fim de cuidar da filha -, cresceu e se desenvolveu. Desde pequena, fez tratamentos como equoterapia (com cavalos) e fisioterapia. Eles sonhavam vê-la tornar-se advogada. E ela até passou, pelo Enem, para Direito na Uerj e Letras na UFF. Mas o sonho de trabalhar com moda falou mais alto, e a menina foi com sua bicicletinha motorizada atrás dele. Sempre acompanhada da mãe, Glória, que de tanto acompanhá-la às aulas, chegou a ser convidada a fazer um curso também:
- Moramos em Rocha Miranda, e o campus é na Barra. Eu a levo de carro e fico esperando para voltarmos juntas. Até já me ofereceram a oportunidade de estudar lá. Penso em aceitar, pois gostaria de estudar Psicologia, e acho que levo jeito - anima-se ela, que no momento pensa em aprender a costurar para ampliar a parceria com a filha. - Sempre imaginei que minha filha conseguiria realizar seus sonhos. Nunca pensei em nada menos do que isso para ela. Eu sei o potencial que ela tem. Criei a Luana normalmente. Ela sempre foi muito vaidosa e boa aluna, nunca me deu dor de cabeça.
Na faculdade, Luana passou a integrar o núcleo de pesquisa Vida Sem Barreiras, criado há cerca de sete anos por um grupo de professores interessado em pesquisar temas como relação de idosos e anões com os espaços físicos. Eles contam com a participação de alunos como Luana, e produzem um blog para registrar trabalhos e experiências.
- Pesquisa daqui, pesquisa dali, vimos que os anões também precisavam de roupas especiais. Ai começamos a pensar em moda inclusiva. E veio a Luana com o projeto dela, que abraçamos na nossa pesquisa. Damos um suporte para o trabalho dela e, ao mesmo tempo, é como se ele fosse um laboratório nosso - explica Lourdes Luz, coordenadora da Escola de Design da UVA, que participou recentemente do Encontro Latino de Moda da Universidade de Palermo e apresentou o projeto lá. - Também estamos trabalhando com daltônicos (para ensinar uma nova linguagem de cores para eles). Um parceiro trouxe esta ideia para nós numa palestra. E alunos de design gráfico fizeram uma vinheta para eles.
Segundo Lourdes, esse tipo de trabalho de design - que passa pela arquitetura, pelo urbanismo - vem crescendo.
- São Paulo tem bons trabalhos nessa área. Os Estados Unidos também têm casos interessantes de design de produto. Na moda, é mais recente. Tem muita gente pesquisando, mas já vendendo, como a Luana, não sei... Ela trabalha por uma causa dela. Já nós não trabalhamos por uma causa particularmente nossa, mas que é nossa como cidadãos. Temos responsabilidade social como designers - diz ela, que prefere não classificar esse tipo de trabalho como sendo de design social. - Não sei se o termo social é adequado. Prefiro o design universal, que é um design para todos.
Não por acaso, a marca da Sweet Angels é o símbolo internacional da inclusão vestindo uma das roupas de Luana, com velcro do lado direito. O personagem é um anjinho de uma asa só, deficiente. E tem uma auréola pontilhada, para lembrar a costura. E também está em camisetas om frases criativas e contra o preconceito (com frases como " A beleza está nos olhos de quem vê... e nos de quem não vê também" e “E para o seu preconceito eu mando um beijo”), também criadas pela jovem designer, que produz tudo nos tamanhos P, M, G, a preços que variam de R$ 49 (short) a R$ 89 (macacão e vestido). A atual coleção é inspirada no Egito,e tem estampas de gatos, camelos, figuras humanas de perfil...
- Até agora, fiz tudo baseado nas minhas próprias dificuldades. Mas pretendo atender meus clientes particularmente. Quero vender minhas roupas numa loja de departamentos (a C&A pode ter um estande meu, por exemplo) e ter uma loja de e-commerce. Sonhar é comigo mesma. Quem sabe?


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/roupas-sob-medida-contra-preconceito-11135194#ixzz2oKLu5mRa 
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ABSTRACT in english

Clothes against prejudice

Luana Cavalcante has mobility problems due to lack of oxygenation in the brain during her birth. Nowadays, at her 20´s, she studies Fashion Design in Veiga de Almeida U.(UVA).
Last year she had a good idea: design clothes according to each limitation. She creates shorts, dresses, overalls and shirts with Velcro closure for an easier way to dress.

“I've always had this idea, but the college has enhanced my knowledge in order to develop it. The first pieces I made to myself early last year. And I thought that others might benefit of it. I felt more human, more acclimated when I started wearing them, even my self-esteem improved.”

Luana became part of the core research “Life Without Barriers”, created seven years ago by a group of teachers interested in researching topics such as older people and dwarfs compared with the physical spaces. They rely on the participation of students as Luana, and produce a blog to record work and experiences.

According to Lourdes Luz, “search here and there, we saw that the dwarves also needed special clothes. We started thinking about inclusive fashion. Luana came with her ​​project, and we embrace in our research. We give support for her work and at the same time, she serves as a lab for ours - explains Lourdes - coordinator of the School of Design at Veiga de Almeida U., who recently attended Latino Fashion Meeting of the University of Palermo and presented the project there. - We are also working with colorblind, to teach a new language of color for them. A partner brought this idea to us, and students of graphic design made a project”

Not coincidentally, “Sweet Angels” (the brand Luana create) is the international symbol of inclusion. The character is an angel of only one wing. Luana creates t-shirts with phrases against prejudice (like " Beauty is in the eye of the beholder ... and who also do not see " and " And your bias I send a kiss " ).


Luana: “Until now, I did everything based on my own difficulties. But I intend to serve my clients in particular. I want to sell my clothes in a department store and have an e-commerce. It is important to dream. Who knows?”

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Manequins Adaptados



Who is perfect ????
Um ótimo projeto para ser posto em prática