sexta-feira, 24 de maio de 2013

Luta Anti Manicomial


Na 3a. feira passada, dia 22 de maio, tivemos a IX edição da Luta Antimanicomial no Campus Barra da Universidade Veiga de Almeida promovida pelo Curso de Psicologia e organizado pela profa Aline Drummond.
E para fechar o evento, o Bloco Carnalesco Tá Pirando, Pirado, Pirou & Loucura Suburbana colocou todos os presentes sambando !!!!!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Crianças: o que estão aprendendo sobre nanismo?

Já havia algum tempo que estava querendo postar um artigo sobre esse assunto. Hoje aconteceu comigo duas situações completamente opostas, que me fez levantar a seguinte questão: O que as crianças de hoje estão aprendendo sobre pessoas com nanismo, ou qualquer outra deficiência? Será que estão tendo acesso a informação adequada de acordo com a idade que se encontram? O papel é dos pais ou da escola quando o assunto é respeito às pessoas com deficiência?

O respeito às pessoas com deficiência deve vir desde cedo

Vou relatar agora pra vocês as duas situações que aconteceram comigo hoje, quando saía do meu trabalho. A primeira aconteceu imediatamente após a minha saída, quando fui à uma farmácia para comprar um remédio. Quando estava chegando em frente ao estabelecimento, encontrei uma menininha que aparentava ter mais ou menos 5 anos. A criança estava acompanhada da babá e conforme fui me aproximando, ela me encarou com uma cara de medo e olhou para a babá como quem diz “E agora?”.
Quando olhei para a babá, peguei ela falando “Cuidado! Ele vai te pegar“. A moça ficou muito sem graça quando viu que eu estava olhando pra ela no exato momento em que ela amedrontava a menina. Na hora confesso que fiquei tão sem reação, que agora analisando com mais detalhes a situação, me arrependo de não ter conversado com a babá.

A segunda situação aconteceu quando eu já estava no ônibus. Me sentei e vi que ao meu lado se encontrava uma mãe junto com seu filho de 2 anos e 10 meses. O menino me abordou como se eu fosse o novo amiguinho de escola dele. Claro que depois vieram perguntas como “Você é grande?” e “O seu pé é pequeno?”, mas fiquei impressionado com a espontaneidade da criança durante o resto do bate-papo. Quando chegou o ponto dele, eu já sabia que se chamava Tales, tinha 2 anos, não gostava de tomar remédio, tinha uma bota do Ben 10, carregava um gatinho de verdade na sua bolsa, ontem tinha uma namorada que chamava Isabella e a de hoje ele nem se lembrava mais do nome.

Esses dois contrastes me fizeram pensar se as crianças de hoje estão tendo a educação correta à respeito das pessoas com deficiência. Uma boa parte das crianças que se deparam durante o dia comigo, ou com outras pessoas com nanismo, sentem medo. Uma coisa que é absolutamente normal quando se trata de algo novo, uma característica até então desconhecida. Mas onde está a falha (se é que podemos chamar assim) que faz esse medo persistir ou se transformar em deboche?

Se as escolas são as responsáveis pela formação de caráter dos futuros adultos desse país, por que não ensinar as crianças desde cedo a respeitarem as diferenças entre sexo, raça, cor, condição financeira, cargo, idade, condição física ou mental? Se os pais também partilham dessa responsabilidade, por que não falar sobre as pessoas com deficiência quando as crianças começarem a questionar sobre as pessoas não serem iguais?

Eu acredito que o respeito às pessoas com deficiência pode, e deve, ser ensinado desde cedo. Muita coisa poderia ser diferente se os pais começassem a trabalhar em suas crianças o respeito ao coleguinha que tem autismo ou alguma outra deficiência mental, física, auditiva ou visual. Se o prazer em ajudar o próximo a pegar alguma coisa que estivesse fora do alcance, atravessar a rua, resolver alguma dificuldade intelectual, fosse disseminado de pai para filho. Se o respeito e o amor ao próximo fossem ensinados como a matemática e suas contas de adição e subtração.
 
Posted: 21 May 2013 07:48 PM PDT

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Oportunidade Emprego em São Paulo !!!!!

Posted: 16 May 2013 05:39 AM PDT
Chegou até o Nanismo em Foco uma vaga de emprego voltada para pessoas com nanismo. Como todos que nos acompanham já devem saber, o portal Vagas Eficientes é especializado na divulgação de vagas e cadastro de currículos de pessoas com deficiência. Mas, como a vaga tem como público as pessoas com nanismo, achei pertinente divulgá-la aqui no Nanismo em Foco também. Confira agora mais detalhes sobre o anúncio de emprego.
Oportunidade de Emprego para Pessoas com Nanismo
Cargo: Pesquisador
Detalhes da Vaga: Atuar realizando pesquisas por telefone junto à classe médica, elaborar relatórios, fazer análises e demais atividades.
Requisitos: Experiência em telemarketing e Ensino Médio completo.
Salário: R$907,00
Benefícios: Assistência Médica , Assistência Odontológica, Auxílio Creche, Seguro de vida em grupo, Tíquete-refeição, Vale-transporte.
Regime de contratação: CLT (Efetivo).
Horário: De segunda a sexta, das 8h às 17h.
Local de trabalho: Vila Olímpia – São Paulo
Se você se interessou por esse anúncio de emprego e deseja concorrer à esta vaga, deve enviar o currículo para a Isabel através do e-mail: isabel.rodrigues@cegedim.com.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

ColorADD - A Cor é para todos !


mais uma BRILHANTE interpretação da equipa da Master Roma Waiteman.
A COR é para Todos!!!