quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Sindrome de Down - depoimento 1

Mônica Ribeiro dos Santos tem 27 anos e trabalha como auxiliar administrativa em uma empresa de produtos hospitalares. Perdeu a mãe ainda criança e foi criada com a ajuda da irmã Jaqueline. Trabalha, estuda, ajuda nas tarefas de casa, adora ver novela. Na infância, ajudava a cuidar da sobrinha deficiente visual. Uma rotina comum, mas que se torna extraordinária ao levar-se em conta que Mônica tem síndrome de Down. 
Mais do que um desejo dela e da família, independência foi uma necessidade. Para continuar estudando e trabalhando, Mônica encara três conduções lotadas para ir de casa, no Capão Redondo, para a Adid (Associação para o Desenvolvimento Integral do Down), no Brooklin, e depois para o trabalho, no Socorro. “Foi um sacrifício deixá-la ir sozinha, mas era importante”, conta Jaqueline.
Mônica já se perdeu. “Peguei a condução errada e pedi ajuda ao cobrador. Voltei ao ponto final e peguei o ônibus certo”, explica. Com a prática, passou o medo de errar.

fonte: www.movimentodown.org.br

Rubik's Cube

Rubik's cube for blind people
www.welldonestonestuff.com

Daltonismo

Já alguma vez imaginaram como seria se isto vos acontecesse?

Descubram a solução para aqueles que não podem distinguir as cores em: http://walkaroundthecloset.blogspot.pt/2012/09/coloradd-design-solution-for-colour.html — with Miguel Neiva (Portugal)

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Mais um pouco de INTOCÁVEIS

Joanna Saldanha no pintasdajoaninha.com.br


Um filme para vida

No fim de semana passado eu me rendi aos apelos da minha mãe e fui no cinema ver Intocáveis. Para os desavisados o filme é o maior fenômeno de bilheteria francês e recentemente ultrapassou o fofíssimo Amelie Poulin como filme francês com maior bilheteria no mundo.
A história, baseada em fatos reais do livro O Segundo Suspiro, conta a história de Phillipe e Driss.
Philippe é um milionário francês vive isolado em sua casa em Paris por ser tetraplégico. Driss é senegalês que foi para Paris adotado por uma família cheia de filhos. Negro, ex presidiário e desempregado (e sem vontade de trabalhar), ele vê a sua vida mudar ao trabalhar como cuidador de Philippe.
A relação dos dois é o triunfo do filme e me faltam palavras para descrever a interpretação da dupla Omar Sy e François Cluzet. Omar inclusive ganhar o Cesar (o Oscar francês) de melhor ator pelo filme.
E mesmo com um tema tão sério o filme faz você rir de verdade, com as trapalhadas de um cuidador de primeira viagem. E ao mesmo tempo proporciona reflexões verdadeiras de como nós tratamos os deficientes ao nosso redor. Driss esquece o tempo todo da deficiência do patrão, e é por isso que eles se dão tão bem. Driss apresenta seu mundo para Philippe, que vai desde a maconha ao Earth, Wind & Fire e Philippe apresenta o seu mundo para Driss, com ópera, música clássica e carros velozes.
Philippe estava cansado de ser tratado com pena e cheio de dedos por seus antigos cuidadores e vê na maluquice de Driss algo diferente, Driss, ao contrário de todos os outros cuidadores, não tinha pena do patrão.
Em uma das melhores cenas do filme (peço mil desculpas já se estou falando muito do filme) Philippe conta que sua maior deficiência não é não poder andar, e sim a falta da mulher que ele amou. Driss entendeu perfeitamente o recado e não via os limites físicos dele. Deu para sacar a lindeza do filme?
Tocante, mas sem ser piegas Intocáceis é um filme para ver e rever e para levar para vida.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Barbie inclusiva

Linda Barbie !!!!!

Acessórios


Hoje zapeando por aí, encontrei este link: www.facebook.com/asesorenaccesibilidad

Aprendi muitas coisas. Como Diretora da Escola de Design - UVA, creio que temos como contribuir (talvez com menos tecnologia) para facilitar o dia a dia dos portadores de necessidades especiais !