quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Estudantes com deficiência participam de jogos em SP de olho nas Paraolimpíadas de 2016

Em São Paulo os estudantes de 23 Estados brasileiros e do Distrito Federal que participam das Paraolimpíadas Escolares, realizadas em São Paulo, têm a oportunidade de representar seus Estados, serem observados para a seleção das Paraolimpíadas de 2016 e ainda voltam para casa com status de "celebridade".


Marcelo Augusto de Oliveira, 18, é deficiente visual e pratica atletismo há quatro anos, com o guia e treinador Josimar Macula, 26. O guia conta que quando eles voltam para casa, em Santa Catarina, Marcelo é recebido com festa: “Ele chega cheio de medalhas e quase não tem aula, porque o pessoal fica curioso querendo saber como foi a competição e a viagem”.

Estudantes de 23 estados brasileiros e do Distrito Federal participam das Paraolimpíadas Escolares, em São Paulo Fernando Pilatos/UOL. Na natação, Andrey Pereira, 14, tem atitude e discurso de atleta profissional. “Se Deus quiser vamos chegar nas Paraolimpíadas de 2016 e eu vou alcançar meu sonho”, disse o garoto que teve uma das pernas amputadas em consequência de uma meningite aos dois anos de idade. Andrey é de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, e contou que agora recebe o apoio de todos os colegas de classe, mas que nem sempre foi assim: “Mudei de escola faz pouco tempo e agora eles reconhecem mais o meu trabalho. Antes competia pelo colégio e não ganhava nem agradecimento do diretor”.


O técnico de Andrey, Marcos Rojo, acredita que essa geração de estudantes atletas tem tudo para estar nas Paraolimpíadas de 2016: “Se eles continuarem com a mesma determinação e vontade, com certeza vão brilhar na equipe principal”. Rojo também é técnico nacional da seleção brasileira paraolímpica de natação e do campeão paraolímpico Daniel Dias, inspiração para os jovens nadadores. “Para participar dessa competição, o atleta tem que estar estudando. E eles estão virando estrelas nas escolas, já dão até palestras, e o Daniel Dias incentiva bastante a garotada”, disse o treinador.
“A natação já me deu muitas alegrias. Antes eu tinha vergonha, porque sentia que todo mundo olhava diferente para mim. Hoje, eu não sinto mais isso e sou muito feliz em nadar”, contou Lucas Lamente, 13, que também é do interior de São Paulo. “Na escola, o pessoal fala que nem parece que eu tenho alguma deficiência. Eu não sofro preconceito e todo mundo me apoia, o que é muito bom”, disse o jovem nadador.


Natação como instinto
Morador de uma ilha no Pará e filho de uma barqueira, João Paulo de Moraes Silva, 13, aprendeu a nadar por instinto. “A mãe dele diz que ele aprendeu a nadar com três anos, quando uma irmã o jogou de cima da ponte para dentro do rio”, contou o treinador José Luiz Moura. E o garoto, que começou a treinar esse ano, já faz parte da delegação paraense que trouxe 92 estudantes para o evento.
Para treinar, João encara uma pequena maratona de aproximadamente 22 quilômetros. Ele pega um barco da ilha até o porto, depois vai de ambulância até a escola e, por fim, vai de transporte escolar até o clube onde treina.
Essa foi a primeira vez que João saiu do Pará e, segundo o técnico, ele é o “xodó da delegação” e recebe bastante apoio da comunidade ribeirinha em que vive. Um pouco tímido com as câmeras e flashes do evento e sentindo dores após uma das provas, João falou pouco com a reportagem, mas quando estava entre os colegas paraenses mostrava-se bastante feliz por participar das provas.


Diferença entre competidores
O Rio Grande do Sul teve uma única representante no judô: Luiza Guterres Oliano, 14. A modalidade é só para deficientes visuais e mistura competidores sem nenhuma visão com aqueles que possuem visão parcial. Luiza treina desde os 6 anos e está acostumada a lutar pessoas sem nenhum tipo de deficiência.
“Na forma de lutar não sinto nenhuma diferença, mas fora tem. O pessoal das paraolimpíadas se relaciona mais, são mais amigos”, afirmou Luiza.


As Paraolimpíadas Escolares
A competição, realizada entre os dias 26 e 31 de agosto, espera reunir 1.232 competidores, em dez modalidades: atletismo (para jovens com deficiência física, intelectual e/ou visual), natação (também disponível para as três deficiências), futebol de cinco (para deficientes visuais), futebol de sete (para deficientes físicos), goalball (para estudante com deficiência visual), tênis de mesa (para deficientes intelectual e/ou físico), bocha (para deficiente físico), judô (para deficiente visual), tênis em cadeira de rodas (voltado a deficiente físico) e voleibol sentado (para deficiente físico).
Só podem participar das paraolimpíadas alunos regularmente matriculados no ensino fundamental e médio das redes pública e particular de todo o País. Todas as modalidades são reconhecidas pelo Comitê Paraolímpico Internacional.

fonte: Notícias da Educação / Prof.Raulino Tramontin




quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Color Add - códigos

El diseñador portugués Miguel Neiva ha creado un sistema de identificación de colores que permite a los daltónicos reconocer de una forma rápida los colores mediante asociación de símbolos.
El código está basado en los colores primarios: azul, amarillo y rojo. Éstos, combinados entre sí, dan como resultado los símbolos para los colores secundarios. Además, ColorAdd® tiene símbolos especiales para el negro y el blanco; esto permite que unidos al resto de símbolos se pueda diferenciar entre tonalidades más claras y oscuras.









segunda-feira, 22 de agosto de 2011

EQUIPOTEL CONFERENCE

A Equipotel 2011 confirma a importância de sua realização para os setores de hotelaria e gastronomia e anuncia a programação do 6º Equipotel Conference, evento inserido na Feira e que acontece durante os 4 dias da Equipotel. O Equipotel Conference foi idealizado para gerar debates e troca de experiências sobre as atuações nos segmentos de hotelaria e gastronomia a fim de aprimorar o conhecimento entre os profissionais destas áreas com o objetivo de oferecer o melhor em serviços aos clientes.



Este ano, o Equipotel Conference terá um formato diferenciado. Os dois auditórios sediarão quatro workshops – Excelência em Serviços, Gestão, Governança e Gastronomia – e três fóruns – Arquitetura Sustentável e Acessível, Administração de Spas e Investimentos Hoteleiros -, realizados em parceria com importantes instituições brasileiras, como Universidade Estácio, ABC Spas, HotelInvest, Instituto Brasil Acessível, Sistema Ambiental, Mapie e, novamente, Associação Brasileira de Governantas e Profissionais da Hotelaria (ABG).



Os temas dos workshops que devem ter maior atenção dos profissionais são: ‘O papel das mídias sociais’, ministrado por Gustavo Machado, professor e diretor da agência Sitz Comunicação Integrada; ‘Foco e tendências na excelência em serviços’, apresentado por Mariana Morato, professora de graduação no curso de Hotelaria e diretora de Desenvolvimento do Turismo na Tur-SP; ‘O atendimento e a padronização dos serviços para atingir a melhor produtividade’, ministrado pela presidente da ABG, Maria José Dantas; e ‘O impacto da mídia social na indústria do serviço’, por Carlos Aldan, presidente do Grupo Kronberg.



Grande novidade do Equipotel Conference este ano é a inclusão de fóruns que apresentarão tópicos variados de discussão, todos muito ligados ao segmento. São eles: ‘Arquitetura sustentável e acessível’, que será dividido em dois painéis, o primeiro é sobre ‘Acessibilidade’ que será moderado por Rogério Romeiro, arquiteto, membro da Comissão Permanente de Acessibilidade da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência da Prefeitura do Município de São Paulo (SMPED). Esse painel apresenta as temáticas de sinalização, postura da prefeitura e exigência para hotéis e arquitetura acessível.



O segundo painel do fórum é ‘Sustentabilidade’ que será moderado por Carolina Piccin, sócia-diretora da Sistema Ambiental e será apresentado os seguintes temas para discussão: arquitetura bioecológica, estratégias para uma arquitetura sustentável e materiais mais sustentáveis.


Dia 13/09 – Fórum de arquitetura Sustentável e Acessível (em parceria com o Instituto Brasil Acessível e Sistema Ambiental)
14h30 – Painel I – Acessibilidade- sinalização- postura da prefeitura e exigência para hotéis- arquitetura acessível
Moderador: Rogério Romeiro – arquiteto, membro da Comissão Permanente de Acessibilidade da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência da Prefeitura do Município de São Paulo (SMPED) e titular da Rogério Romeiro Arquitetura.
Participantes:Frederico Arco – Presidente da Associação Brasileira de Sinalização Ambiental (ABSA), sócio-proprietário da Springs Signs Sinalização Gráfica e diretor geral da Arco Sinalização Ambiental.Silvana Cambiaghi – Arquiteta da Secretaria da Pessoa com Deficiência da Cidade de São Paulo e docente dos cursos de Acessibilidade no Senac, Fupam e FAUUSP.Sandra Perito – Diretora-presidente do Instituto Brasil Acessível e proprietária da Marcondes Perito Engenharia e Arquitetura.



17h30 – Painel II – Sustentabilidade - arquitetura bioecológica- estratégias para uma arquitetura sustentável- materiais mais sustentáveis
Moderadora: Carolina Piccin – sócia-diretora da Sistema Ambiental e docente do INBEC, UNIP e do Instituto Europeu de Design (IED)
Participantes:Flávia Ralston – arquiteta formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU/USPMarcelo Todescan e Frank Siciliano – sócios do escritório Todescan Siciliano Arquitetura.Thiago Maia – designer formado na Escola Superior de Desenho Industrial (UERJ) e sócio da Fibra Design.



Serviço: Equipotel 2011



Data: de 12 a 15 de setembro de 2011. Horário: das 13h às 21h (acesso até as 20h)



Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – São Paulo/SPEndereço: Av. Olavo Fontoura, 1209Para credenciamento e informações, acesse www.equipotel.com.br
Traslados gratuitos entre estação do metrô Tietê e Anhembi a cada meia hora, a cargo da Transfer Express.Horário de saída do primeiro ônibus: 12h – Shopping Estação, metrô Tietê.Horário de saída do último ônibus: 22h – Portão 5, Pavilhão de Exposições do Anhembi.




Fonte: Maxpress

5° Festival Internacional de Filmes Sobre Deficiência

Assim Vivemos

ENTRADA FRANCA.
No Centro Cultural Banco do Brasil.
Rio de Janeiro: Rua Primeiro de Março, 66. Centro.
De 16 a 28 de agosto.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Idosos e a Cidade

Tenho um estranho hábito de guardar artigos de jornais e revistas cujos temas me interessam. Ainda bem que pude digitalizar todo este meu arquivo.
E fazendo uma nova leitura encontrei OS IDOSOS E A CIDADE na Revista O Globo de 19 de junho de 2005.
Vale uma reflexão.










terça-feira, 16 de agosto de 2011

Carta de pessoa portadora de deficiência visual

Manifestação escrita por Daniel Monteiro, após incidente no qual, foi impedido de embarcar com seu cão-guia através da companhia aérea TAM. Veja a seguir, o texto escrito pelo próprio protagonista:


Prezados senhores,
Meu nome é Daniel de Moraes Monteiro. Sou pessoa com deficiência visual e há mais de 05 anos concecutivos, faço uso do transporte aéreo por todo o Brasil, invariavelmente acompanhado por meu cão-guia Mac, da raça labrador, com quem chego a voar até 02 vezes na mesma semana, por diversas companhia aéreas.


Tal situação é possível por conta da legislação acerca do tema: decreto 5296/04, 5904/06 e leis 10048, 10098 e 11.126/05, os quais asseguram, dentre outras medidas, a entrada e permanência de cães-guias em todos os locais de uso público e coletivo no Brasil, inclusive o transporte aéreo, punindo aqueles que tentarem obstarem tasis disposições. Para fazer jus ao premissivo legal sempre andei com a documentação do referido cão em ordem, conforme disposição da própria legislação vigente.


Vale lembrar que desde 2006 especificamente deixou de ser exigido dos usuários de cão-guia o transporte de guias de trânsito de animais e também de atestados de saúde dos cães para viagens, conforme legislação acima exposta. Me dirijo a vossas senhorias para relatar um acontecimento pelo qual passei ontem, quando estava na cidade de Vitória, retornando para São Paulo após proferir palestra em um evento. Ao chegar no aeroporto de Vitória me identifiquei à supervisora do atendimento da TAM linhas aéreas, de nome Viviane Bruschi.


A mesma informou que o vôo no qual eu viajaria originalmente, com horário de decolagem prevista para as 17:00H já estava encerrado, pelo que eu deveria embarcar no próximo, com decolagem prevista para as 19:15H, o que aceitei prontamente. Enquanto fazia meu atendimento, a mesma solicitou os documentos do cão-guia como de costume, no que foi atendida, no que para mim parecia ser o encerramento de mais uma viagem dentre tantas que faço, sendo a sexta consecutiva nos últimos 30 dias. Para minha surpresa a senhorita Viviane questionou se eu havia tirado algum atestado do cão para poder viajar.


Expliquei que não era necessário, conforme expus acima, tentando fazê-la entender que tal procedimento era descabido. A mesma então disse que eu não poderia embarcar, pois o “procedimento da companhia” exigiria tal apresentação. Insisti e a supervisora em apresso se propôs a consultar sua direção e supervisão, pelo que se recusaria a liberar meu cartão de embarque.


Após longos minutos e sem saber o que estava acontecendo retornei ao balcão de atendimento, e depois de mais uma espera a senhorita Viviane regressou dizendo que nada poderia fazer, pois a legislação apenas proibia de exigir o uso de focinheira, mas não proibia de exigir atestado de saúde do animal. Desta forma fica caracterizada a interpretação restritiva de uma lei, em malefício de ma pessoa em situação desfavorável, pois não sou morador daquela cidade e estava necessitado de retornar para minha residência.


Desesperado saí à procura de um balcão da ANAC, que não existia naquele momento, pois a sita da agência não tem funcionamento naquele aeroporto aos domingos. Não encontrei qualquer ajuda, até que encontrei algumas pessoas conhecidas, que coincidentemente voariam junto comigo.Tentamos repetir as explicações já dadas, mas nada foi feito e mesmo com a presença da Polícia Militar, que fora chama por último recurso nada foi feito, a funcionária continuou dizendo que deveria cumprir o procedimento da empresa aérea, que fora aprovado pelos órgãos competentes.


Pedimos então o endere
ço do bilhete para outra companhia que me transportasse e que cumprisse o que está disposto na legislação, MS a funcionária continuou se recusando, talvez por medo de reconhecer que estaria errada, alegando qualquer desculpa. Pedimos então para tomar conhecimento da tal normativa, mas não pudemos pois documentos de caráter interno não podem ser exibidos aos passageiros, como se estes tivessem mais valor que a legislação do Brasil.

Só pude contar com o apoio de colegas moradores da cidade e de policiais militares, os quais me ajudaram a providenciar a ida até a delegacia mais próxima para registar boletim de ocorrência. Como último recurso, por puro desespero de não ter como retornar para São Paulo fui obrigado a procurar uma clínica veterinária, que mediante pagamento de consulta, no valor de R$90,00 (noventa reais) emitiu um atestado de saúde para meu cão, para que eu tivesse permissão de viajar.


Só pude retornar para São Paulo em um vôo da mesma companhia às 23:00H de domingo, chegando ao meu destino final apenas às 02:00H de segunda-feira.Requeiro a vossa intervenção no sentido da garantia de direitos humanos, do simples respeito e da dignidade estendidas a todos os seres humanos, valores estes que me foram negados em um ato tão simples como o de voltar para casa após uma viagem de trabalho.


De nada adianta embarcar em um vôo com todo o conforto, com som ambiente e outros agrados aos passageiros, se para poder exercer o direito de ir e vir precisamos nos sujeitar a toda a sorte de humilhações e dissabores. Desde já agradeço a vossa atenção e disponibilidade.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

1o. SEMINÁRIO ESTADUAL DE ACESSIBILIDADE EM MUSEUS E INSTITUIÇÕES CULTURAIS / RJ




Avianca surpreende no atendimento ao cliente Surdo

Esta matéria foi escrita por Neivaldo Zovico para o Blog Acessibilidade para Surdos. Neivaldo é consultor e palestrante sobre acessibilidade para surdos e deficientes auditivos, membro da Comissão de Estudos da Acessibilidade de Comunicação e Visual para pessoas surdas e deficientes auditivos – ABNT, Coordenador Nacional de Acessibilidade para Surdos da FENEIS.
Aconteceu em maio de 2011, após eu ter comprado passagens aéreas para ir a Brasília para a passeata dos surdos em favor da proposta de Educação de Surdos. Esta proposta foi rejeitada na Conferência Nacional de Educação – PNE em 2010 e agora será a oportunidade de retomarmos esse assunto importante na Educação dos Surdos do Brasil. A compra foi realizada através do canal de vendas da internet da empresa de aviação Avianca.


Depois da compra já realizada, fui convidado pelos dirigentes da comunidade surda para ficar mais um dia para realização da minha palestra “Direitos dos Cidadãos Surdos” e por essa razão necessitava alterar minha viagem de volta. Mas fiquei desesperado pois moro e convivo sozinho em casa e não havia ninguém para me ajudar a fazer a alteração do horário.


Mandei email para o canal de SAC da Avianca, explicando que sou surdo e precisaria conversar com alguém pessoalmente ou que me atendesse para fazer alteração do horário de vôo. Como resposta, solicitaram que eu ligasse para o telefone para surdos com número especifico para pessoas com deficiência auditiva, o TTS ou TS.


Porém, este tipo de telefone é um tipo de comunicação atrasado que eu deixei de usar há mais de anos e em casa nem tenho mais linha para este tipo de comunicação. Não iria a rua para procurar um destes telefones, porque hoje praticamente todas as pessoas Surdas usam SMS dos celulares e também chat on line como forma de comunicação a distância em casa. Todos os Surdos acompanharam a evolução da tecnologia e agora usam o celular e o telefone sem fio conforme a pesquisa que já foi realizado pela revista reação e ou no site


Solicitei então para meu amigo me ajudar, e ele mandou mensagem pelo twitter para o canal da Avianca pois estava preocupado com medo de não ter mais lugar para alteração de minha passagem. Meu amigo então enviou mensagem falando da minha dificuldade em ser Surdo e não ter nenhuma forma de comunicação viável para meu atendimento. Então o SAC da Avianca me enviou mensagem pelo twitter dizendo que poderia me atender pelo MSN para resolver meu problema de horário e me prometeu iniciarem um canal de atendimento online em 60 dias no site deles.


Fiquei contente pois prestaram atendimento rápido ao meu problema, mas foi graças às novas tecnologias que os Surdos começaram a usar como TWITTER, que eu pude ter contato direto com o SAC da empresa. Espero que outras empresas comecem a usar também estes tipos de atendimento, ao invés de TS ou TTS – telefone para surdos, pois o reconhecimento dos clientes Surdos é importante para todas as empresas do Brasil de todos os setores.




Fonte: Acessibilidade para Surdos http://acessibilidadeparasurdos.blogspot.com/