terça-feira, 13 de maio de 2014

Educação - sem barreiras


Caros,

Estou escrevendo pessoalmente para compartilhar com você a nova edição, 2014, da Curva de Aprendizagem, publicada hoje pela Pearson.

Este relatório, elaborado e compilado pela Pearson por meio da “Economist Intelligence Unit”, é projetado para ajudar formuladores de políticas, educadores, acadêmicos e outros especialistas a identificar os principais fatores que determinam as melhorias dos resultados na educação.

O cerne do nosso negócio na Pearson é fazer com que todos os tipos de aprendizagem sejam mais acessíveis e mais eficazes, para mais pessoas.

Educação, como algumas pessoas dizem, continua sendo uma "caixa preta" e nós sabemos o que entra e o que sai, mas o que acontece dentro dos sistemas de ensino? O que realmente ajuda a melhorar os resultados dos alunos? Quais são os tamanhos das turmas e os gastos ligados a melhor alfabetização, ensino de matemática e habilidades em resolução de problemas? Estas são as questões cruciais enfrentadas por todos nós, que desempenhamos um papel determinando a oferta de educação.

O estudo A Curva de Aprendizagem reúne o maior conjunto de dados internacionalmente comparáveis ​​sobre resultados educacionais em 50 países. Junto com a EIU, reunimos mais de 2.500 pontos de dados individuais em um novo e acessível banco de dados, o thelearningcurve.pearson.com. Também complementamos o relatório pedindo à alguns pensadores e organizações para definir os critérios para habilidades de sucesso. Como este relatório aponta, metade do crescimento econômico nos países desenvolvidos nos últimos dez anos pode ser atribuída a uma melhor qualificação.

O estudo tem algumas constatações interessantes:
  • Brasil subiu uma posição em relação ao primeiro ranking, divulgado em de 2012, e está em 38º lugar no relatório 2014. Mesmo com a escalada de uma posição no ranking, o País está entre os que registraram queda no índice de desempenho escolar e habilidades cognitivas, ao lado de Argentina e México, que também estão no grupo das seis nações com a maior variação negativa em relação à média global (Tailândia, Colômbia, Argentina, Brasil, México e Indonésia). Mas considerando que que apenas a Organização das Nações Unidas (ONU) reúne 193 países-membros, a presença do Brasil entre as 40 nações com dados educacionais comparáveis para compor o índice já é considerada um avanço.
  • Coreia do Sul, o Japão, Cingapura e Hong Kong ocupam os primeiros lugares no ranking geral da educaçãodevido a uma “cultura de responsabilidade” na qual professores, alunos e pais se responsabilizam pela educação, sendo que a sociedade valoriza os professores e as escolas muito mais do que em outras partes do mundo.
  • Finlândia caiu do primeiro para o 5º lugar, principalmente devido a uma diminuição registrada dos conhecimentos em Matemática e Ciência.
  • Reino Unido se mantém firme na 6ª posição devido à melhor pontuação de seus testes PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) e PIRLS (Progresso no Estudo Internacional de Alfabetização e Leitura) e um aumento do índice de formação universitária. O Canadá e a Holanda estão também entre as dez principais.
  • Muitas economias emergentes têm aumentado suas verbas para educação – porém isto ainda não melhorou os resultados. Três das maiores economias emergentes, o Brasil, o México e a Indonésia, estão classificadas nos últimos lugares do índice.

A Curva de Aprendizagem é parte do compromisso mais amplo da Pearson com a eficácia (efficacy.pearson.com), conforme conversamos no evento. Oferece um banco de dados acessíveis ​​que pode ser usado como um conhecimento para a construção de abordagens educativas que ajudem a melhorar a vida das pessoas.


Laércio Dona
Diretor de Negócios
Ensino Superior e Idiomas
PEARSON BRASIL

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